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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O tempo da misericórdia! - Helena Serpa



Isaías 30, 19-21.23-26 – “o Caminho que nos leva para a terra prometida  

Através do profeta Isaias o Senhor anuncia dias melhores para o povo que foi ferido e que sofre as consequências das suas feridas.  Ele aponta-lhe o caminho para encontrar conforto para as suas dores. Caminho para a terra onde eles encontrariam chuva para regar o solo e fazer germinar a semente produzindo frutos em abundância. Onde eles poriam seus bois para pastar e comer “forragem salgada”, isto alimento saboroso.  Somos nós esse povo que foi ferido pelo pecado e que nos sentimos fracos, desanimados, famintos e indignos por causa da nossa culpa.  O profeta fala para nós, e nos anima a seguir por este caminho. E o Caminho que nos leva para esta terra prometida é Jesus Cristo, por isso, tudo isto poderá acontecer quando nós nos rendemos ao chamado de Deus e reconhecemos Jesus como nosso único Salvador.     Se o seguirmos sem nos desviarmos nem para a direita nem para a esquerda, nós receberemos as bênçãos prometidas nessa profecia: chuva para regar a semente do amor que foi plantado na nossa terra, pastagem e alimento abundante para a nossa alma, luz para iluminar os nossos dias escuros e cura para os nossos males físicos e espirituais.        – Você já está seguindo pelo caminho que o (a) levará a libertação? – Você tem encontrado muitos desvios nesse caminho? – Como você tem conseguido manter-se firme nessa caminhada?


Salmo 146 – “Felizes são aqueles que esperam no Senhor”

Experimente rezar este salmo hoje com bastante disposição e você já sentirá o conforto para o seu coração ferido. Saber que o Senhor está a postos para enfaixar as nossas feridas e nos curar, saber que Ele é poderoso e assim como conhece todas as estrelas e as chama pelo nome, conhece também a nós e o Seu amor por nós é ilimitado, nos apascentará o coração e nos fará cantar louvores porque assim Ele é digno.

Evangelho -  Mateus 9, 35 –10, 1.6-8 – “o tempo da misericórdia!  ”

Jesus materializava tudo o que anunciava quando curava os enfermos, expulsava os espíritos maus, libertava os oprimidos, por compaixão. Ele olhava as multidões e se compadecia das pessoas por viverem abandonadas, cansadas e abatidas, embora isso não fosse a Sua Missão principal. Com isso, porém, Jesus inaugurou o tempo da misericórdia e nos deu o exemplo para que também nós possamos olhar o nosso próximo com compaixão e não fiquemos apenas na “pregação”. Para isso, Ele nos conclama como fez aos seus discípulos, para sermos trabalhadores da messe.  Hoje, também, as pessoas continuam como ovelhas sem pastor, abatidas, cansadas, desanimadas, sem esperança, até dentro das nossas casas e Jesus nos chama a ser operários da Sua colheita e nos diz: “a messe é grande, mas os trabalhadores são poucos.”   Assim como Jesus se compadeceu daquele povo que o acompanhava buscando cura para os seus males, Ele também se compadece do povo de hoje, que rasteja pelo mundo, sofrendo as consequências do pecado e não tem quem lhe dê a mão. Para isso, Ele também nos recomenda: “Pedi, pois, ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita.” Apesar de também sermos muitas vezes ovelhas desanimadas e cansadas, o Senhor nos convoca, nos alenta e nos dar poder para anunciar a proximidade do reino que já está acontecendo na nossa vida. Os doentes serão curados e os mortos ressuscitarão na medida em que atendermos ao Seu pedido. Entretanto, precisamos ser os primeiros a experimentar a cura e a libertação para as nossas enfermidades. Que sejamos trabalhadores da messe de Cristo  fazendo o que Ele fazia: tudo por amor. A vivência do amor anima as pessoas abatidas, cansadas e sem esperança. O amor vence o ódio e expulsa dos corações a intriga, a divisão, a incompreensão. Se fizermos como Jesus fez, estaremos sendo trabalhadores da Sua messe. – Você tem retribuído a Deus o que você tem recebido de graça? – Você já é um (a) trabalhador (a) da messe do Senhor? – Você conhece quando as pessoas à sua volta estão desanimadas e sem esperança? – O que você diz a elas?– Como está você atualmente: como ovelha sem pastor ou como alguém que anuncia às ovelhas a existência do Pastor?   – Em que você tem empregado o seu tempo livre? 


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