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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

“SENHOR, SALVA-ME!” – Olivia Coutinho

 
Dia 08 de Agosto de 2017
 
Evangelho de Mt14,22-36

Em Jesus, encontramos o norte da nossa vida, meios, capazes de transformar qualquer situação adversa! Com Ele, não hesitamos em caminhar na contramão do mundo! A certeza da presença de Jesus na nossa vida, nos encoraja, nos tira da comodidade, e nos põe à caminho, a avançar para águas mais profundas!
O evangelho que a liturgia de hoje nos apresenta, nos coloca na barca de Jesus, enfrentando os mesmos desafios que os primeiros discípulos enfrentaram, quando tiveram que atravessar para a outra margem.
O texto diz, que Jesus, depois da multiplicação dos pães, quando Ele passou para os discípulos a responsabilidade de alimentar uma multidão: “(Dai-lhes vós mesmos de comer”) ensinando-os a partilhar, manda-os entrar na sua barca e seguirem para outra margem, isto é, a irem ao encontro de outros povos.
Podemos dizer que Jesus, já estava preparando os discípulos, para caminharem sem a sua presença física! Até então, eles eram totalmente dependentes de Jesus, não sabiam dar um passo, sem Ele, o que não poderia continuar, afinal, depois da sua volta para o Pai, seriam eles, os responsáveis em conduzir a sua barca!(Igreja)
Em obediência a Jesus, os discípulos, mesmo inseguros, já que iam sem Jesus, entram na barca e avançam mar adentro, em direção à outra margem, que significa, indo a outros povos. 
Atravessar para a outra margem, foi o primeiro desafio que os discípulos tiveram que enfrentar, e foi nesta travessia, que eles tiveram uma queda na fé, o que pode ser visto como naturalidade dentro da fragilidade humana! 
Assim como os pais, observam seus filhos, quando eles começam a dar os primeiros passos, Jesus observava os discípulos à distancia, Ele percebe de imediato, a dificuldade deles, em concluir aquela travessia, e vai ao encontro deles.
“A barca, porém, já longe da terra, era agitada pelas as ondas, pois o vento era contrário.” Podemos tirar vários significados desta narrativa: os ventos contrários, o mar revolto, significam as dificuldades que a Igreja e todos os que abraçam a missão de evangelizar, enfrentam pelo o caminho!
Jesus, andando sobre as águas, vem nos dizer, que Ele está acima do mal, já, que o mar, para os judeus, significava o mal.
O medo e o iminente afundamento de Pedro, fala-nos da falta de fé, o que pode acontecer conosco, quando não alimentamos a nossa fé.
“Coragem!” “Sou eu.” Jesus vai em direção aos discípulos e eles demoraram em reconhecê-lo! O que às vezes acontece conosco, de não percebermos a presença de Jesus, nos que Ele envia, para nos socorrer! 
Quando Pedro recorre a Jesus: “Senhor Salva-me.” Jesus entra em sena, afasta o que para eles, seria um grande perigo! Voltada a calmaria, os discípulos nem se derem conta, de que o maior perigo que eles correram, não foi, de um naufrágio, e sim, dos danos que a falta de fé pode causar. “Homem fraco na fé porque duvidaste?”
Assim como Pedro vacilou várias vezes na fé, nós também, estamos sujeitos a vacilar, mas o importante é fazer como Pedro fez: exercitar a fé, pedindo socorro a Jesus como ele: "Senhor, salva-me!"
Este episódio chama a nossa atenção, para a essencialidade da fé, sem uma fé firme, com raízes profundas, não tem como vivermos bem a nossa vocação, afinal, a vocação é um exercício da fé!
Os discípulos tiveram muitas dificuldades em atravessar para a outra margem, nós também, temos muitas dificuldades em atravessar os mares impetuosos do nosso interior, como o egoísmo, para irmos ao encontro do outro!
Se algum dia, formos surpreendidos pelas ondas do mar revolto da nossa vida, não tenhamos medo, confiemos em Jesus, Ele virá ao nosso socorro, não, da mesma forma que foi ao encontro dos primeiros discípulos, mas Ele virá escondido, no coração de alguém, no coração dos seus enviados!
Lembremos: ora, somos socorridos, ora somos enviados a socorrer.

FIQUE NA PAZ DE JESUS! – Olívia Coutinho
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2 comentários:

Mariano Silveira disse...

DEUS te abençoe e te ilumine. Obrigado p/ reflexão.

Anônimo disse...

Parabéns pelo belo comentário.

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