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sexta-feira, 22 de julho de 2016

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23 DE JULHO-SÁBADO

“DEIXAI CRESCER UM E OUTRO ATÉ A COLHEITA.”- Olivia Coutinho


24 DE JULHO-DOMINGO

SENHOR, ENSINA-NOS A REZAR – Maria de Lourdes Cury Macedo

A perseverança, a fé e a confiança na resposta do Pai-Helena Serpa


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18 DE JULHO-SEGUNDA-FEIRA

Os simples, como Nínive, se cobrem de cinzas-Alexandre Soledade

Deus sinaliza o Seu amor dentro do nosso coração-Helena Colares Serpa


19 DE JULHO-TERÇA-FEIRA

“QUEM É MINHA MÃE E QUEM SÃO MEUS IRMÃOS?”-Olivia Coutinho

Jesus nos acolhe no seio da Sua família-Helena Serpa


20 DE JULHO-QUARTA-FEIRA

Não podemos nos fechar ao mundo-Alexandre Soledade


21 DE JULHO-QUINTA-FEIRA

“PORQUE TU FALAS AO POVO EM PARÁBOLAS”? – Olivia Coutinho

O nosso homem espiritual renasce pelo poder da Palavra-Helena Serpa

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22 DE JULHO-SEXTA-FEIRA


23 DE JULHO-SÁBADO

“DEIXAI CRESCER UM E OUTRO ATÉ A COLHEITA.”- Olivia Coutinho



24 DE JULHO-DOMINGO

SENHOR, ENSINA-NOS A REZAR – Maria de Lourdes Cury Macedo

A perseverança, a fé e a confiança na resposta do Pai-Helena Serpa


25 DE JULHO-SEGUNDA-FEIRA

26 DE JULHO-TERÇA-FEIRA

O aprofundamento na fé exige o compromisso-José Machado Filho


27 DE JULHO-QUARTA-FEIRA

28 DE JULHO-QUINTA-FEIRA

29 DE JULHO-SEXTA-FEIRA

30 DE JULHO-SÁBADO

31 DE JULHO-DOMINGO

01 de AGOSTO-SEGUNDA-FEIRA


TERÇA-FEIRA
QUARTA-FEIRA
QUINTA-FEIRA
SEXTA-FEIRA
SÁBADO
DOMINGO
SEGUNDA-FEIRA
TERÇA-FEIRA
QUARTA-FEIRA
QUINTA-FEIRA
SEXTA-FEIRA
SÁBADO
DOMINGO
SEGUNDA-FEIRA
TERÇA-FEIRA
QUARTA-FEIRA
QUINTA-FEIRA
SEXTA-FEIRA
SÁBADO
DOMINGO

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O que é mais importante?-Alexandre Soledade


29- de JULHO - Sexta - Evangelho - Jo 11,19-27

Bom dia!
No Evangelho de Lc 10,38-42 (Jesus visita Marta e Maria) narrava a inquietação de uma irmã (MARTA) contrapondo-se com a contemplação amorosa da outra (MARIA). É fato que apenas Lucas e João narram passagens em que essa duas mulheres cruzam a vida de Jesus, mas é sabido também que nos poucos momentos que Jesus buscou o descanso, era na casa delas e de seu amigo Lázaro que Jesus encontrava um abrigo seguro.
Reparem, é outro momento e outra situação.
Naquela narrada em  Lc 10,38-42, vemos uma Marta atribulada com os afazeres e Maria prostrando-se aos pés do Senhor. Muita gente para nessa reflexão, mas convido a reparar o que aconteceu no evangelho de hoje: Dessa vez foi Marta que buscou ao Senhor enquanto Maria ficou a parte. “(…) Quando Marta soube que Jesus estava chegando, foi encontrar-se com ele. Porém Maria ficou sentada em casa“.
Um dia pode ser totalmente diferente do outro… Lembremo-nos: outro momento, outra situação.
Quantas pessoas de fé e testemunho de vida certo dia foram surpreendidas pela apatia da sensação de impotência em virtude de um fato, uma situação, uma tragédia? Quantas tempestades surgiram “do nada” sucumbindo até mesmo aqueles que já se consideravam maduros na fé? Maria, aquela que um dia se pôs aos pés do Senhor em contemplação, vivia talvez um dia sem esperança.
Saibam que esse deve ser um dos motivos que levam muitas pessoas de fé a abandonar tudo que um dia acreditaram, construiram e pregaram a viver uma vida ermitã pelo mundo. Na dor esquecemos os processos naturais da vida e as leis que regem a natureza.
Lázaro, mais adiante é ressuscitado por Jesus, mas inevitavelmente um dia morreria. Assim como hoje sou curado por Deus, um dia, retornando aos velhos hábitos ou com o avançar dos dias e dos anos, fatalmente voltariam os problemas respeitando assim a fisiologia natural do nosso envelhecimento. Lembre-se que Jesus sempre nos faz voltar melhor após encontrá-lo.
O que Marta encontrou em meio à dor da perda do seu irmão? A PAZ!
Enquanto Maria demonstrava o abatimento natural daquele que perdeu uma batalha, Marta, a que não parava, dessa vez fez a escolha certa e também não lhe foi retirada “(…) Se o senhor estivesse aqui, o meu irmão não teria morrido! Mas eu sei que, mesmo assim, Deus lhe dará tudo o que o senhor pedir a ele”.
Portanto se o momento de agora é diferente do seguinte é importante entender que existem altos e baixos que deverão ser encarados com naturalidade e perseverança na fé. Dificilmente ficaremos o tempo inteiro no monte (contemplativo, na graça, flutuando) e também o tempo inteiro na planície (aridez, tibieza, secura), se conseguimos ver isso passaremos a entender que os tropeços são inerentes ao ato de caminhar, mas cada um é livre pra escolher por onde e que terreno deseja aprender a fazê-lo.
Um dia após o outro, mas em todos, independentemente se ensolarado ou chuvoso, rendamos graças a Deus e Nele busquemos forças e um espírito perseverante. Davi entendeu profundamente esse pensamento.
“(…) É em vós, Senhor, que procuro meu refúgio; que minha esperança não seja para sempre confundida. Por vossa justiça, livrai-me, libertai-me; inclinai para mim vossos ouvidos e salvai-me. Sede-me uma rocha protetora, uma cidadela forte para me abrigar: e vós me salvareis, porque sois meu rochedo e minha fortaleza. Meu Deus, livrai-me da mãos do iníquo, das garras do inimigo e do opressor, porque vós sois, ó meu Deus, minha esperança. Senhor, desde a juventude vós sois minha confiança. Em vós eu me apoiei desde que nasci, desde o seio materno sois meu protetor; em vós eu sempre esperei. Tornei-me para a turba um objeto de admiração, mas vós tendes sido meu poderoso apoio. Minha boca andava cheia de vossos louvores, cantando continuamente vossa glória. Na minha velhice não me rejeiteis, ao declinar de minhas forças não me abandoneis”. (Salmo 70, 1-9)
Santa Marta, ensina-nos a ver vida, a esperança e a chance e esquecer a morte, o desânimo e o fim.
Um imenso abraço fraterno.

 

Jesus visita Marta e Maria-Alexandre Soledade


29- de JULHO - Sexta - Evangelho - Jo 11,19-27

Bom dia!
No Evangelho de Lc 10,38-42 (Jesus visita Marta e Maria) narrava a inquietação de uma irmã (MARTA) contrapondo-se com a contemplação amorosa da outra (MARIA). É fato que apenas Lucas e João narram passagens em que essa duas mulheres cruzam a vida de Jesus, mas é sabido também que nos poucos momentos que Jesus buscou o descanso, era na casa delas e de seu amigo Lázaro que Jesus encontrava um abrigo seguro.
Reparem, é outro momento e outra situação.
Naquela narrada em  Lc 10,38-42, vemos uma Marta atribulada com os afazeres e Maria prostrando-se aos pés do Senhor. Muita gente para nessa reflexão, mas convido a reparar o que aconteceu no evangelho de hoje: Dessa vez foi Marta que buscou ao Senhor enquanto Maria ficou a parte. “(…) Quando Marta soube que Jesus estava chegando, foi encontrar-se com ele. Porém Maria ficou sentada em casa“.
Um dia pode ser totalmente diferente do outro… Lembremo-nos: outro momento, outra situação.
Quantas pessoas de fé e testemunho de vida certo dia foram surpreendidas pela apatia da sensação de impotência em virtude de um fato, uma situação, uma tragédia? Quantas tempestades surgiram “do nada” sucumbindo até mesmo aqueles que já se consideravam maduros na fé? Maria, aquela que um dia se pôs aos pés do Senhor em contemplação, vivia talvez um dia sem esperança.
Saibam que esse deve ser um dos motivos que levam muitas pessoas de fé a abandonar tudo que um dia acreditaram, construiram e pregaram a viver uma vida ermitã pelo mundo. Na dor esquecemos os processos naturais da vida e as leis que regem a natureza.
Lázaro, mais adiante é ressuscitado por Jesus, mas inevitavelmente um dia morreria. Assim como hoje sou curado por Deus, um dia, retornando aos velhos hábitos ou com o avançar dos dias e dos anos, fatalmente voltariam os problemas respeitando assim a fisiologia natural do nosso envelhecimento. Lembre-se que Jesus sempre nos faz voltar melhor após encontrá-lo.
O que Marta encontrou em meio à dor da perda do seu irmão? A PAZ!
Enquanto Maria demonstrava o abatimento natural daquele que perdeu uma batalha, Marta, a que não parava, dessa vez fez a escolha certa e também não lhe foi retirada “(…) Se o senhor estivesse aqui, o meu irmão não teria morrido! Mas eu sei que, mesmo assim, Deus lhe dará tudo o que o senhor pedir a ele”.
Portanto se o momento de agora é diferente do seguinte é importante entender que existem altos e baixos que deverão ser encarados com naturalidade e perseverança na fé. Dificilmente ficaremos o tempo inteiro no monte (contemplativo, na graça, flutuando) e também o tempo inteiro na planície (aridez, tibieza, secura), se conseguimos ver isso passaremos a entender que os tropeços são inerentes ao ato de caminhar, mas cada um é livre pra escolher por onde e que terreno deseja aprender a fazê-lo.
Um dia após o outro, mas em todos, independentemente se ensolarado ou chuvoso, rendamos graças a Deus e Nele busquemos forças e um espírito perseverante. Davi entendeu profundamente esse pensamento.
“(…) É em vós, Senhor, que procuro meu refúgio; que minha esperança não seja para sempre confundida. Por vossa justiça, livrai-me, libertai-me; inclinai para mim vossos ouvidos e salvai-me. Sede-me uma rocha protetora, uma cidadela forte para me abrigar: e vós me salvareis, porque sois meu rochedo e minha fortaleza. Meu Deus, livrai-me da mãos do iníquo, das garras do inimigo e do opressor, porque vós sois, ó meu Deus, minha esperança. Senhor, desde a juventude vós sois minha confiança. Em vós eu me apoiei desde que nasci, desde o seio materno sois meu protetor; em vós eu sempre esperei. Tornei-me para a turba um objeto de admiração, mas vós tendes sido meu poderoso apoio. Minha boca andava cheia de vossos louvores, cantando continuamente vossa glória. Na minha velhice não me rejeiteis, ao declinar de minhas forças não me abandoneis”. (Salmo 70, 1-9)
Santa Marta, ensina-nos a ver vida, a esperança e a chance e esquecer a morte, o desânimo e o fim.
Um imenso abraço fraterno.

 

“DEIXAI CRESCER UM E OUTRO ATÉ A COLHEITA.”- Olivia Coutinho

 
Dia 23 de Julho de 2016
 
Evangelho de Mt 13,24-30
 
O Reino dos céus  vai se expandindo aqui na terra, a medida da disposição e do envolvimento dos que se dispõe  a colaborar nesta construção que começa a partir de pequenas iniciativas.
Um reino de paz e de justiça  sonhado por Deus, centra-se no amor, no amor que brota de uma pequena semente  que Ele plantou  em nossos corações, e que se bem cuidada tende a crescer e produzir frutos de boa qualidade!
Enquanto ficamos na expectativa de grandes momentos para sentir a presença do Reino de Deus, perdemos a oportunidade  de vivenciá-lo no aqui e no agora, como no nosso convívio familiar, na comunidade, nas coisas simples do nosso cotidiano, ou seja, em todos os lugares onde o amor e a justiça se fazem presentes!
Através das parábolas, Jesus, de um jeito simples e claro, nos fala da característica  do  Reino dos céus! 
O reino dos céus, é algo dinâmico que está sempre em movimento, que  cresce silenciosamente.
No evangelho que a liturgia de hoje nos convida a refletir,  nos  apresenta a parábola do joio, que nos faz lembrar a criação! Deus criou um mundo perfeito, mas o mal, disfarçado do bem, encontrou espaço no coração humano e assim como o joio no meio do trigal, ameaçou destruir o que Deus criou! Porém, na sua  infinita bondade, o Criador nos enviou  seu Filho  para reconstruir o que o mal destruiu, ou seja, reconstruir a aliança de amor firmada entre Deus e o homem, que fora quebrada pelo pecado.
Com a parábola do joio, Jesus vem nos dizer que neste mundo, o bem e o mal se misturam, mas   é possível convivermos lado a lado com os adversários do Reino, sem nos deixar contaminar por eles. O joio, na faze de crescimento, é semelhante ao trigo, assim é o mal,  ele tem a  aparência do bem, somente o  Espírito Santo nos fará  diferenciá-los. Esta parábola vem  também nos falar da tolerância  de Deus, Deus dá tempo para  que todos  possam se converterem.
É fácil ser bom, vivendo onde só impera o bem, o desafio mesmo, é ser bom, onde o bem e o mal se misturam. É no confronto com o maligno, que provamos a nossa adesão à Cristo, é aí, que damos testemunho  da solidez  da nossa fé.
É na pessoa de Jesus, que o reino de Deus se realiza  no meio de nós! Viver  esta verdade, é renunciar aos reinos do mundo, para nos envolvermos numa construção maior, que tem o AMOR como  pilar  de sustentação.
Estejamos certos:  o mal nunca  sobrepõe o bem!
 
FIQUE NA PAZ DE JESUS! – Olívia Coutinho
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SENHOR, ENSINA-NOS A REZAR – Maria de Lourdes Cury Macedo

         
         Domingo, 24 de julho de 2016.
         Evangelho de São Lucas 11, 1-13

Era com tanta frequência que Jesus rezava que os discípulos pediram para Ele ensiná-los a rezar. A leitura do Evangelho nos mostra sempre Jesus rezando. Passava a noite em oração, em comunhão com o Pai, sobretudo nos momentos decisivos de sua vida. Desse exemplo de Jesus brota no coração dos discípulos o desejo de rezar também, por isso dizem: “Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou seus discípulos” (v.1b).
Jesus então ensinou-os a rezar o “Pai nosso”. Com Jesus os discípulos aprendem que Deus não é só amigo, mas é Pai, "Pai Querido”, que eles são filhos de Deus, que é Pai. Deus é nosso Pai e tendo consciência disso, podemos dirigir-nos a Ele de maneira carinhosa e confiante, como um filhinho que se dirige ao pai.
Com a oração do “Pai nosso”, Jesus nos ensina que somos todos irmãos, filhos do mesmo Pai, Deus, o Senhor dos Céus e da Terra. Nossa missão como filhos de um só Pai é fazer com que Deus seja conhecido, honrado e glorificado por todos. Temos a função de espalhar o amor de Deus por toda a Terra.
Nossa oração deve ser bem feita, deve brotar do nosso coração o desejo de ser cada dia melhor, de amar a Deus cada vez mais. Nossa oração não deve ser simples repetição, palavras sem sentido, mas uma oração com a qual entramos em intimidade com o Pai, pedindo aquilo que nos é essencial à vida: o pão, a partilha, o perdão, conversão, ser mais santos.
Nessa linda e completa oração ensinada por Jesus, Ele dá destaque ao perdão. Sem perdão não há como vivermos unidos entre os irmãos e com Deus. Porque por meio do irmão é que amamos e nos unimos ao Pai, por essa razão é que peçamos a Deus que nos perdoe, assim como nós perdoamos os que nos ofenderam.  Precisamos de perdão, precisamos que Deus perdoe as nossas ofensas, as pequenas e as grandes. E a exemplo de Deus precisamos perdoar a quem nos ofendeu.
Além do perdão, a oração nos ensina pedir ao Pai que nos livre das tentações que são muitas e sempre. Somos fracos, imperfeitos, pecadores e caímos muitas vezes nas ciladas do demônio. Cabe a nós pedir a graça a Deus de não nos deixarmos levar pelo mal. Deus em sua infinita misericórdia estará sempre pronto a nos ajudar. É muito bom pedirmos a Deus que sempre nos ampare, a fim de que não nos deixemos levar pelas forças do mal, mas possamos resistir e vencer sempre.
Jesus nos ensina sermos perseverantes na oração e nos conta uma parábola que ilustra o valor da perseverança no pedido, com isso quer nos dizer que a oração bem feita sempre será ouvida. Jesus diz que, se nós, que somos pecadores, sabemos dar coisas boas aos nossos filhos, muito mais nosso Pai do céu. Ele promete que dará o Espírito bom a quem pedir. Se soubermos pedir, teremos sempre conosco o Espírito que é o bem por excelência, o maior bem que podemos desejar. Pedindo com fé e humildade, seremos atendidos, essa é a promessa de Jesus. Quem diz que Deus não escuta nossos clamores é porque ainda não compreendeu a grandeza de Deus, e no tempo de Deus seremos ouvidos, se for para o nosso bem.
Existe um ditado que diz: “a fraqueza de Deus é a oração!”
Que o Senhor reine em nossos corações com sua graça, com seu amor para que possamos levar aos irmãos o amor e a graça de Deus.
Abraços em Cristo!
Maria de Lourdes