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segunda-feira, 27 de junho de 2016

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28 DE JUNHO-TERÇA-FEIRA

 


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26 DE JUNHO-DOMINGO

“O FILHO DO HOMEM NÃO TEM ONDE REPOUSAR A CABEÇA.” - Olivia Coutinho.

O CAMINHO DO DISCÍPULO DE JESUS – Maria de Lourdes Cury Macedo

Evangelhos Dominicais Comentados-Jorge Lorente


27 DE JUNHO-SEGUNDA-FEIRA

Seguir Jesus é viver conforme o Seu Evangelho-Helena Serpa

Enterremos o que nos mata!-Fr. José Luís Queimado


28 DE JUNHO-TERÇA-FEIRA
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29 DE JUNHO-QUARTA-FEIRA

Jesus Cristo veio à terra para nos salvar e nos libertar do Mau!-Helena Serpa



30 DE JUNHO-QUINTA-FEIRA

-O paralítico foi perdoado e curado-José Salviano


O pecado tem tamanha influencia em nossas vidas - Alexandre Soledade


01 DE JULHO-SEXTA-FEIRA

-Não vim para chamar os justos-José Salviano


02 DE JULHO-SÁBADO

03 DE JULHO-DOMINGO

O Espírito Santo, que nos convence da verdade e ilumina a nossa inteligência-Helena Serpa


04 DE JULHO-SEGUNDA-FEIRA

A fé em Jesus Cristo é que nos salva!-Helena Serpa


05 DE JULHO-TERÇA-FEIRA

Porque temeis, homens de pouca fé?-Dehonianos


QUARTA-FEIRA
QUINTA-FEIRA
SEXTA-FEIRA
SÁBADO
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SEGUNDA-FEIRA
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QUARTA-FEIRA
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SÁBADO
DOMINGO




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Porque temeis, homens de pouca fé?-Dehonianos

Tempo Comum - Anos Pares
XIII Semana - Terça-feira
Lectio
Primeira leitura: Amos 3, 1-8; 4, 11-12
1Ouvi esta palavra que o Senhor pronuncia contra vós, filhos de Israel, contra toda a família que fez sair do Egipto: 2«De todas as nações da terra, só a vós conheci.
Por isso vos castigarei, por todas as vossas iniquidades.» 3Porventura andarão dois homens juntos, sem se terem posto de acordo? 4Porventura rugirá o leão na floresta, sem ter achado uma presa? Gritará o leãozinho no covil, sem ter lançado a garra a alguma coisa? 5Cairá uma ave no laço posto na terra, se o laço não estiver armado? Irá levantar-se a armadilha da terra, antes de ter apanhado alguma coisa? 6Tocar-se-á a trombeta na cidade, sem que o povo se assuste? Acontecerá alguma calamidade numa cidade, sem ser por disposição do Senhor? 7Porque o Senhor Deus nada faz sem revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas. 8O leão ruge: quem não temerá? O Senhor Deus fala: quem não profetizará? 11Causei no meio de vós uma confusão enorme semelhante à de Sodoma e Gomorra. Ficastes como um tição que se tira do fogo. Mas não voltastes para mim - oráculo do Senhor. 12Portanto, eis como te vou tratar, ó Israel!E como é assim que te vou tratar, prepara-te para comparecer diante do teu Deus, ó Israel!
Amós foi muito claro em alertar o povo para o perigo em que a sua infidelidade o colocava. Mas a classe erudita dirigente ripostava dizendo que Israel não era um povo como o outro qualquer. Era o povo eleito de Javé, sua propriedade particular, povo chamado a prestar-lhe culto. Estava, portanto, ao abrigo de perigos que pudessem destrui-lo como povo. Se assim não fosse, quem Lhe prestaria culto? Deus só podia protegê-lo. 
Amós opõe-se a esta doutrina. Deus é pai, mas não ´padrinho`, e não é nem pode tornar-se cúmplice dos crimes do seu povo. As sete perguntas retóricas do nosso texto preparam uma clarificação: Deus tem que falar, e o profeta tem que exercer a sua missão. Mas, o que acaba por ficar bem esclarecido, é a relação de aliança entre Deus e o povo de Israel. O povo está subordinado à aliança e não vice-versa: a escolha de Israel por Deus confere ao povo maior responsabilidade. Por isso, o encontro com Deus, para o antigo povo de Deus, mas também para o novo povo de Deus, é simultaneamente maravilhoso e terrível, assustador e apaixonante.

Evangelho: Mateus 8, 23-27
Naquele tempo, 23Jesus subiu para o barco e os discípulos seguiram-no. 24Levantou-se, então, no mar, uma tempestade tão violenta, que as ondas cobriam o barco; entretanto, Jesus dormia. 25Aproximando-se dele, os discípulos despertaram-no, dizendo-lhe: «Senhor, salva-nos, que perecemos!» 26Disse-lhes Ele: «Porque temeis, homens de pouca fé?» Então, levantando-se, falou imperiosamente aos ventos e ao mar, e sobreveio uma grande calma. 27Os homens, admirados, diziam: «Quem é este, a quem até o vento e o mar obedecem?»
De modo muito estilizado, Mateus refere o episódio da tempestade acalmada. O propósito de Mateus não é tratar o acontecimento em si, mas indicar o seu significado. A Igreja é uma barca em tormenta, onde está Jesus e os discípulos. «Os discípulos seguiram-no», diz-nos o texto (v. 23). Esta palavra traduz, para Mateus, o aspecto essencial do discipulado: «seguir» Jesus. De facto, o verbo «seguir» é utilizado unicamente quando se trata de Jesus. Indica a união do discípulo com o Jesus da história, a participação na sua vida, a entrada no Reino através da pertença a Cristo pela obediência e pela confiança. Dizer a Jesus: «Desperta, Senhor, porque dormes?» (Sl 44, 24) e «Senhor, salva-nos, que perecemos!», significa reencontrar-se como crentes, como fiéis, como discípulos, e encontrar Jesus como Senhor e Cristo. Na sua presença não há tempestade, não há paixão, não há morte que resistam. A sua auroridade e o seu poder restauram a ordem da graça. Os discípulos nem sempre correspondem com fé e confiança ao senhorio de Jesus. O sono de Jesus representa o drama da morte do Filho do homem, que desafia a Igreja à fé e à serena confiança no Pai como Aquele que «se fez obediente até à morte e morte de cruz» (Fl 2, 8).

Meditatio
As perguntas, que se repetem, no livro de Amós, levam idealmente da sabedoria à profecia, da observação atenta da realidade natural à emersão de uma palavra e de uma acção que lhe manifestam o sentido e a verdade. No fim, a profecia torna-se uma necessidade incontornável: «O Senhor Deus fala: quem não profetizará?» (v. 8).
Amós lembra aos israelitas a situação especial de que gozam diante de Deus: «De todas as nações da terra, só a vós conheci» (v. 2). Mas o profeta também tira consequências dessa situação: «Por isso vos castigarei, por todas as vossas iniquidades» (v. 2). Ser povo de Deus é um privilégio que há-de estimular a correspondência adequada ao dom. Não pode ser pretexto para a injustiça, para fazer o que apetece, julgando-se impunes. Jesus dirá algo que nos ajuda a compreender esta palavra de Amós: «a quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito será pedido» (Lc 12, 48).
Isto pode parecer-nos contraditório. Um privilégio torna-se desvantagem? Deus, em vez de indulgente e compreensivo com o seu povo, pode mostrar-se intransigente? Na verdade, Deus apresentou-se, desde o princípio, como «um Deus zeloso» (Ex 20, 5; Dt 4, 24; 5, 9), que não admite infidelidades ao povo, que recebeu como esposa, e que pune severamente a «culpa» (Ex 20, 5; Dt 5, 9). Mesmo quando perdoa, não deixa de punir (Ex 34, 7). Mas não há contradição entre severidade e amor. A severidade mostra a autenticidade e a profundidade do amor. Deus faz o seu povo descontar as próprias infidelidades, porque o ama, porque o quer libertar do mal, porque o quer purificar. A severidade divina é provocada pelo amor e em vista do amor. Deus purifica o seu povo para tornar possível uma comunhão mais estreita com ele: «Tu, Senhor, pouco a pouco corriges os que caem, os admoestas e lhes recordas o seu pecado, para que se afastem do mal e creiam em ti, Senhor» (Sab 12, 2). Toda a provação há-de ser acolhida como ocasião para regressar a Deus. Em toda a pena, merecida ou não, em todo o sofrimento, em toda a provação, somos tentados a revoltar-nos, a endurecer o coração, a afastar-nos de Deus. Mas, do sofrimento e da provação, podem surgir graças preciosas. O Senhor convida-nos a aprofundar a nossa relação com Ele.
Foi o que sucedeu com os Apóstolos, quando Jesus, em plena tempestade, dormia no barco. Deram-se conta da sua fragilidade e gritaram pelo Mestre para que os ajudasse. Jesus acalmou a tempestade falando imperiosamente aos ventos e ao mar. Perante tal facto, os discípulos interrogaram-se sobre a verdadeira identidade de Jesus: «Quem é este, a quem até o vento e o mar obedecem?» (v. 27). E aprofundaram a sua fé e a sua relação com o Senhor.
O tempo do sofrimento, tanto o das provações morais e espirituais, como o da doença e da velhice, há-de ser vivido como tempo de purificação, como tempo preparatório de mais íntima união com o Senhor, como tempo de «eminente e misteriosa comunhão» na oblação de sofrimento e de amor de Cristo. Pensemos na Agonia, na Paixão e na Morte. E, então, além de purificação, as nossas provações e sofrimentos, serão tempo de disponibilidade pura, de pura oblação.

Oratio
Senhor, que soubeste dormir e soubeste morrer, ensina-nos a descobrir na disponibiliade e na obediência amorosa, um caminho de purificação, de liberdade e de união mais íntima contigo. A tua morte foi o segredo da nossa vida. O teu sono, o mistério da nossa vigilância.
Que o teu Espírito nos torne atentos e sensíveis à profecia que se ergue dos lugares mais insuspeitos da terra, do mar e do céu. De toda a parte, ecoam as notas mais sublimes da tua indefectível solicitude. 
Dá-nos uma palavra firme nas incertezas da vida e um olhar que penetre além das ondas da vida, para que a autoridade do teu Filho se torne presente no Espírito que sempre visita e anima a Igreja. Amen.

Contemplatio
«Os pecadores encontrarão no meu coração o Oceano infinito da misericórdia», disse Nosso Senhor. - «Que deveis temer para nele entrardes, acrescenta Margarida Maria, dado que Ele vos convida a irdes lá? Não é Ele o trono da misericórdia onde os miseráveis são mais bem recebidos, desde que o amor os apresente no abismo da sua miséria? – O Pai eterno, por um excesso de misericórdia, fez deste ouro precioso uma moeda inapreciável, marcada pelo cunho da sua divindade, a fim de que os homens pudessem com ela pagar as suas dívidas e negociarem o grande negócio da sua salvação. – Permanecereis no Sagrado Coração como um criminoso que, pela pena e pela dor das suas faltas, deseja apaziguar o seu juiz encerrando-se nesta prisão de amor. – Deu-me a conhecer que o seu Sagrado Coração é o santo dos santos, que quis que fosse conhecido no presente para ser o mediador entre Deus e os homens, porque é todo-poderoso para fazer as suas pazes e para obter misericórdia. – Ele faz-nos entrar nesta fornalha de amor para aí nos purificar, como se purifica no cadinho». Encontramos portanto lá todos os biblioteca para a primeira etapa da perfeição, que é a purificação.
O Coração de Jesus é, primeiro, um lugar de refúgio e de segurança contra os inimigos da salvação. «É preciso retirar-nos, diz Margarida Maria, para a chaga do Sagrado Coração, como um pobre viajante que procura um porto seguro onde se colocar ao abrigo dos escolhos e das tempestades do mar agitado do mundo, onde estamos expostos a um contínuo naufrágio. – O Coração adorável é um adorável retiro onde vivemos ao abrigo de todas as tormentas (Leão Dehon, OSP 4, p. 334s.).

Actio
Repete frequentemente e vive hoje a palavra:
«Senhor, salva-nos, que perecemos!» (Mt 8, 25).
| Fernando Fonseca, scj |


A fé em Jesus Cristo é que nos salva!-Helena Serpa


04/07/2016 - 2ª. Feira –XIV Semana do tempo comum -   Oséias 2, 16-18 e 21-22 - “no deserto Deus fala ao coração”
Neste trecho do Livro de Oséias vemos como o Senhor quer ter intimidade conosco como no tempo da nossa juventude, isto é, no tempo da descoberta do Seu Amor em nós. O tempo da juventude é também o tempo em que habitamos no coração de Deus antes mesmo da criação nascer. Para isso o Senhor nos atrai ao deserto e faz confidências à nossa alma. Por intermédio da sua Palavra Ele nos seduz e nos declara o Seu amor e predileção por cada um, pessoalmente. Sim, imagine, Deus quer desposar a nossa alma!  A própria Palavra Dele proclama isto! Ele deseja nos levar ao deserto para falar ao coração. No deserto nós ficamos a sós com o Senhor. O deserto significa momentos de solidão, de abandono, de sofrimento e de penúria, no qual nos encontramos necessitados, famintos e sedentos. E é nesta hora mesmo que o Senhor se apresenta para nos desposar, isto é, para entrar em comunhão com a nossa alma e nos conceder tudo de que uma esposa necessita: proteção, carinho, consolo, amor, paz. Deus não quer que O tenhamos como ídolo, mas como um marido apaixonado e cheio de poder. A nossa alma anseia por esta aliança de comunhão com o seu Criador. O Senhor se agradou de cada um pessoalmente, quando ainda estávamos no Seu seio, por isso, Ele nos chama e nos acena com um tempo novo de felicidade e de plenitude. Aproveitemos, portanto, está linda declaração de amor e façamos da nossa oração uma bela celebração de núpcias, onde somos a noiva, a Igreja de Cristo e Jesus, o seu marido, o seu Senhor. – Você entende como este casamento pode acontecer? – Você já experimentou ir para o deserto com o Senhor? – O que mais a sua alma anseia nesta vida? – Qual foi o tempo da sua juventude?

Salmo 144 – “Misericórdia e piedade é o Senhor”
Por isso o homem de geração em geração deve ter um coração voltado para o Senhor que é misericórdia e piedade. O nosso reconhecimento e o nosso louvor proclamam a glória do Senhor através de todos os tempos e divulgam as Suas obras maravilhosas! Em qualquer tempo da nossa vida, mesmo na velhice ou na juventude nós podemos experimentar  o abraço da  ternura de Deus. Ele se interessa por cada um de nós e a sua graça se estende a toda a criatura do universo que exalta a Sua justiça.

Evangelho – Mateus 9, 18-26 – “A fé em Jesus Cristo é que nos salva! ”

Diante do que ouvimos e meditamos neste Evangelho nós chegamos à conclusão de que não precisaremos ficar procurando coisas mirabolantes para conseguir a cura das nossas enfermidades. Não precisaremos mais ir de um lado para outro buscando “paliativos” para as nossas dores. A fé em Jesus Cristo é que nos salva! Os dois personagens do Evangelho de hoje não exigiram de Jesus atenção especial, mas apenas se aproximaram de Jesus cheios de fé e de confiança. Que a nossa fé nos mova e nos faça sair de nós mesmos (as) para buscar a Jesus, na certeza de que só Ele é o médico dos homens e das almas e que o motivo maior para tenhamos uma vida nova é simplesmente o nosso desejo de tocá-Lo.  Jesus veio nos libertar da doença e da morte a que o pecado nos leva, no entanto, a Sua obra depende da nossa fé. Aquele chefe que se aproximou de Jesus deu testemunho de sua fé diante do que para nós parece ser irremediável. Mesmo diante da morte da sua filha ele acreditou que Jesus tinha o poder de ressuscitá-la!  “Minha filha acaba de morrer, mas vem, impõe tua mão sobre ela e ela viverá”. Aquele “mas” pronunciado por ele fez toda a diferença para que Jesus concedesse à sua filha, uma nova vida!  Nós também, muitas vezes pensamos estar mortos para o mundo, para o trabalho, para a vida, no entanto, estamos apenas dormindo e penando na nossa vidinha medíocre. Se tivermos fé Jesus também nos tomará pela mão e nos levantará assim como fez com aquela mulher que sofria de hemorragia há doze anos.  Ela não se importou com o tempo que já se havia passado nem tampouco quis fazer alarde nem chamar a atenção de Jesus, mas apenas tocou a barra do manto de Jesus e foi curada! Por isso, Jesus deu o Seu diagnóstico: “a tua fé te salvou!”   - Você tem procurado se aproximar de Jesus? - Você necessita ser curado (a) de alguma doença?  A quem você tem procurado?- Você já tocou em Jesus? - Como você acha que pode tocá-Lo? – Você acha que o Senhor o (a) cura com passe de mágica, ou que depende da sua fé? – Você alguma vez sentiu-se impotente como morto (a) diante da vida?



O Espírito Santo, que nos convence da verdade e ilumina a nossa inteligência-Helena Serpa

03/07/2016 - Domingo - São Pedro e São Paulo, Apóstolos, 1ª Leitura – Atos 12, 1-11 -“Deus escuta o clamor da Sua Igreja
Pedro que era um homem fraco e cheio de defeitos, mas também, impulsivo e metido a corajoso, agora se submetia às ordens de Herodes, por isso estava preso em prisão reforçada.  A Igreja, porém, rezou unida e Deus mandou o Seu anjo que lhe abriu as portas, desamarrou as correntes e o fez passar diante das guardas. “O portão abriu-se sozinho”, porque a Igreja rezava continuamente a Deus por ele”.   Quando a Igreja ora unida, o poder de Deus prevalece e o Seu plano tem continuidade. Deus tinha um propósito para Pedro a quem Jesus entregara as chaves do reino do céu na terra. Ele tinha uma missão definida! Assim também, nós somos libertos para realizar a obra que Deus nos entregou. O Senhor não nos liberta somente para que estejamos livres, soltos, folgados, mas para que cumpramos bem a nossa missão. Por isso o anjo recomendou a Pedro: “coloca o cinto e calça tuas sandálias; “põe tua capa e vem comigo”. Colocar o cinto, calçar as sandálias e pôr a capa significa estar pronto e preparado para enfrentar desafios e dificuldades, com o apoio, da Palavra, da Oração, da Eucaristia, da devoção à Maria.  Pedro percebeu o poder de Deus, caiu em si, e continuou firme e confiante a sua caminhada. O Senhor deseja também nos libertar das prisões nas quais estamos encarcerados (as). Essas prisões são os estados em que vivemos quando estamos amedrontados (as) e amordaçados pelo pecado, depressivos (as), obcecados (as) pelos valores do mundo. Tudo aquilo que nos prende e nos sufoca, não nos deixando tempo nem condições de amar e servir a Deus, se constitui para nós uma prisão. O trabalho muitas vezes nos aprisiona; o sucesso também é uma forma de nos tirar a liberdade; e assim também muitas situações da nossa vida.  Por isso, o Senhor manda os seus anjos para abrir o portão que nos impede de ter comunhão com Ele. Os anjos do Senhor são as pessoas que intercedem por nós mesmo que muitas vezes, nem saibamos quem sejam. Por isso, há necessidade de que, mesmo sem que as pessoas nos peçam, nós façamos orações pelos pecadores, porque assim o mundo todo será beneficiado. - Faça uma analogia do cinto, da calça e da sandália com algo espiritual que você precisa assumir. -  Você já entendeu para que Jesus o (a) liberta? – Você ainda sente-se preso (a) ao pecado? – Você tem o costume de orar pelos pecadores?   – Por quem você tem rezado ultimamente? – Faça uma avaliação da sua intercessão. - Você tem intercedido pela Igreja e Pelo Santo Papa? – Você acha que isto é necessário?

Salmo – 33 – “De todos os temores me livrou o Senhor Deus
A certeza de que o Senhor nos livra de todos os temores é a nossa motivação para enfrentarmos as dificuldades. Por isso podemos rezar o salmo 33: “o anjo do Senhor vem acampar ao redor dos que o temem”.  É feliz o homem que tem o senhor por seu refúgio porque irá sentir a suavidade do Seu amor e não temerá mal nenhum.

2ª Leitura 2 Timóteo -  4, 6 8.17-18 – “ o bom combate da Fé”

Paulo, homem forte, decidido e firme, porém, cheio de si, foi como Pedro escolhido por Deus para servir ao Evangelho. Eles são as duas colunas da Igreja, mas tiveram chamados distintos. No entanto, há algo em comum entre eles: ambos viveram a conversão antes de assumir cada um o seu papel na Igreja de Jesus Cristo. São Paulo não conviveu com Jesus Cristo, porém foi com o próprio Jesus que ele apreendeu toda a mensagem evangélica. Nesta carta a Timóteo, Paulo faz um relato da missão que ele viveu como coluna da Igreja. Tendo a consciência tranquila pelo dever cumprido ele espera do alto a recompensa pela sua luta. Apesar de exaltar a sua fé e sua fidelidade, ele reconhece que tudo o que lhe aconteceu foi em vista de que o Senhor esteve sempre ao seu lado. Assim também podemos pensar nós todos que vivemos e lutamos pelo Evangelho. A nossa recompensa virá do alto e não será aqui na terra que teremos a recompensa pelo nosso trabalho. A certeza do bom combate nos deixará serenos (as) quanto a nossa vida futura. A nossa arma é a fé de que um dia, com a graça de Deus, todos nós poderemos também anunciar: “combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé”!  O Senhor também está do nosso lado e nos liberta de todo o mal. É Ele quem nos ajuda no cumprimento da nossa missão de homens e mulheres a serviço do reino de Deus aqui na terra. – Você tem certeza da vitória final? – Você espera receber a coroa de Deus? – Por que você pode afirmar isto? – Quem lhe garante isso?

Evangelho - Mateus 16, 13-19 -  “o Espírito Santo, que nos convence da verdade e ilumina a nossa inteligência
Ao indagar dos Seus discípulos o que o povo dizia sobre Ele, Jesus não estava preocupado com o que os outros pensavam a Seu respeito, mas queria dar ciência aos Seus discípulos de quem era Ele com o propósito de fazê-los participantes do mistério da Salvação.  Por isso, perguntou-lhes também: “E vós quem dizeis que eu sou?”  Ele provocou os Seus discípulos a fim de que eles próprios se situassem e tivessem conhecimento espiritual da Sua verdadeira identidade. Todos nós somos instrumentos de Deus na concretização do Seu Plano de Salvação, por isso, também é muito importante tomarmos conhecimento acerca de nós mesmos, da nossa missão, como também de quem somos para aqueles (as) com quem nos relacionamos e interagimos. Cada um de nós tem uma missão muito especial aos olhos de Deus.   E, por isso, a nossa maneira de ser e de agir, as nossas aptidões naturais vão dando o tom para que as pessoas nos ajudem a descobrir a nossa vocação. Quanto mais tivermos consciência de quem somos aos olhos do nosso próximo, mais facilmente poderemos descobrir o nosso carisma e, consequentemente a missão que nos foi destinada por Deus.  No entanto, para que possamos entender a nossa identidade e das pessoas que nos cercam precisamos entrar em comunhão com o Espírito Santo, que nos convence da verdade e ilumina a nossa inteligência. Inspirado pelo Espírito Santo Simão foi aquele que apontou a verdadeira identidade de Jesus, que o congratulou reconhecendo que Deus falara por sua boca!   Pedro soube escutar a revelação do Pai e proclamar que “Jesus é o Messias, o Filho do Deus vivo”. E foi aí, então, que Jesus o conscientizou da sua missão aqui na terra, dando-lhe poder e autoridade para ser o chefe da Sua Igreja. “Tu és Pedro”, disse Jesus, mostrando que o seu nome identificava a sua missão de pedestal da Igreja nascente. Quando entregou a Pedro as chaves do reino dos céus, Jesus mostrou que o reino dos céus começa aqui na terra, na Igreja que Ele fundou e que tem autoridade para ligar ou desligar.   Somos felizes na medida em que, como Pedro, também reconhecemos que “Jesus é o Cristo o Filho do Deus vivo”, por isso está no meio de nós.   -   Você também diante de Deus tem um nome que designa uma missão muito especial.     O que pode significar? Pergunte ao Espírito Santo! - Você sabia que tudo o que você fizer na terra, terá também repercussão no céu? -  Dê a si mesmo (a) um nome que designe uma virtude, uma qualidade, ou uma maneira de ser. 


Nova mentalidade do Evangelho-Helena Serpa

02/07/16 - Sábado XIII semana comum ‘– Amós 9, 11-15 – “Somos nós os construtores do reino”

Deus quer nos reconstruir, consertando os estragos que o mundo tem feito em nós, por isso, somos hoje a tenda de Davi em ruínas, necessitados de conversão e restauração.  Tudo o que tem escrito nesta profecia de Amós para o povo de Israel é promessa de Deus para nós também, hoje no tempo atual da nossa vida!  Através de nós e da nossa convivência familiar e social, Ele quer estabelecer a unidade no meio da diversidade: “seguirão de perto quem ara e quem ceifa, o que pisa as uvas e o que lança a semente”!  Sim, o projeto de Deus para nós é de restauração e reconstrução do nosso ser de uma maneira integral, corpo, alma e espírito mudando completamente a nossa sorte, isto é, a nossa perspectiva de vida. O Senhor promete nos reconstruir e nos capacitar para que estejamos aptos a vivermos uma vida de abundância, desde já aqui na terra.  Se, nos abrirmos a esta obra divina a consequência será a paz que reinará nos nossos corações. Deste modo, nós nos sentiremos firmes na terra nova que o Senhor nos estabeleceu, usufruindo das virtudes e dos dons com que fomos presenteados, dando frutos de amor no meio onde vivemos. No entanto, precisamos dizer sim a Deus, precisamos deixar as obras do homem velho e nos apossarmos do homem novo cheio do Espírito Santo. Precisamos descobrir a ação de Deus a partir dos nossos relacionamentos e é dentro da nossa casa, com a nossa família, que Deus deseja nos formar no amor, na verdade e na justiça.    Você já sente em si os sinais desta reedificação que Deus quer fazer? – Como estão os seus relacionamentos na sua família, na comunidade e na sociedade? – Você já admite que as outras pessoas possam ser diferentes de você? – Você aceita o outro como ele é?

Salmo  84 – “O Senhor anunciará a paz para o seu povo”

“A verdade e o amor se encontrarão, a justiça e a paz se abraçarão ”  isto é o que reza o salmo 84. O homem novo tem coração e mentalidade novos. A paz de coração é a marca que identifica todas as pessoas que sentem o amor de Deus. A certeza de que Ele é bom e que providencia para nós coisas boas, nos fará continuarmos firmes na fidelidade à vivência da Sua Lei.

Evangelho – Mateus 9, 14-17   “ nova mentalidade do Evangelho”
O novo mandamento do amor que Jesus veio nos trazer só é acolhido por um coração renovado, que tenha experimentado de uma forma diferente o amor misericordioso do Pai. Os discípulos de Jesus partilhavam com Ele de todos os eventos com alegria e submissão à Sua vontade e aos Seus ensinamentos. Eles estavam sempre perto de Jesus e usufruíam da Sua presença e da Sua companhia, com alegria e disposição. Por isso, não havia clima para jejuar, nem precisavam disso.  Estar perto de Jesus faz com que também aprendamos com Ele sobre as coisas do alto e as revelações do Pai por isso, precisamos perceber que Ele veio dar sentido a todas as nossas ações em qualquer esfera da nossa vida.   Jesus, neste Evangelho nos ensina a praticar os atos religiosos de coração, e não por obrigação.  Para os cristãos o jejum deve ter um significado de vida e de alegria, pois é uma prática que deve nos levar ao contentamento pela oferta que fazemos a Deus. Há que se ter uma causa nobre e sincera para que pratiquemos o jejum e o sacrifício. Não nos basta jejuar somente por jejuar, sem um motivo que toque o nosso coração.  Deus nos conhece e sabe das nossas motivações, portanto quando jejuarmos devemos fazê-lo com muita disposição e por amor, sem lamentos   nem justificativas. De que adiantará jejuar se o nosso coração não está contrito no sacrifício? Um coração ressentido, vingativo, revoltado não consegue amar nem fazer nada por amor.  O remendo novo em pano velho, assim como o vinho novo em odres velho, significa a mentalidade com que apreendemos os ensinamentos de Jesus.  O vinho e o remendo são a maneira de pensar e de viver. O odre e o pano representam o nosso coração que acolhe a novidade do Evangelho de Jesus que prega o Amor e a misericórdia. As pessoas que têm Deus em conta de um juiz castigador e exigente, nunca poderão entender o Seu Amor Eterno, que ama sem explicações e sem motivos. Portanto o que Jesus nos pede é o nosso coração em sintonia com a mentalidade de Deus que tem o Amor como primeira regra. O nosso coração só estará em paz e contrito quando nos dispusermos a aceitar o Evangelho como um vinho novo que vem dar nova alegria e novo sentido à nossa vida.  - Qual é a sua intenção quando pratica o jejum ou faz algum sacrifício? - O seu coração se alegra ou se entristece?_- Você já tem um coração renovado capaz de compreender as consequências do amor?- Você é uma pessoa que sabe curtir o momento presente como um presente de Deus?



Na mesa, com Jesus-Helena Serpa


01/07/2016 - 6ª. Feira – XIII semana do tempo comum -  Amós 8, 4-6.9-12 – “fome da Palavra de Deus ”
O mundo com sua injustiça perverte o coração do homem que é criação de Deus e objeto da Sua benevolência. Assim sendo, ele perde o referencial do seu Criador e obstina-se em não se voltar para Aquele que o ama. Abandona-se a si mesmo, às suas injustiças e iniquidades e, por isso, sofre as consequências. Por isso, através do profeta Amós Deus nos fala claramente o que poderá acontecer com todos os que agem com a desonestidade e a ganância tão detestadas por Ele: “ mudarei em luto vossas festas e em pranto todos os vossos cânticos”, isto é, quem canta vitória em virtude do que conseguiu sonegando, humilhando, terá como consequência a própria ruína. Diante da profecia de Amós, só nos resta perceber até que ponto estamos inseridos neste contexto do mundo. Nós, os que meditamos a Palavra de Deus todos os dias, nós que temos conhecimento dos seus ensinamentos, somos chamados a descobrir qual o interesse e com que intenção agimos no nosso dia a dia. Às vezes queremos separar as nossas ações na Igreja, na Comunidade, das nossas atitudes no trabalho, na sociedade e mesmo dentro da nossa casa. O “querer levar vantagem em tudo” na maioria das vezes é o que norteia as nossas ações em busca da sobrevivência ou do possuir mais. Já chegou o tempo em que os homens vagueiam de “um mar a outro mar” em busca da Palavra do Senhor, mas eles mesmos não a encontram. A fome de Deus é grande nesses corações, mas eles não conseguem encontrá-lo porque estão mais interessados em si mesmos. O Senhor, no entanto, nos prepara para que possamos dar a eles o Pão da Sua Palavra e a Água do Seu Espírito Santo através do nosso testemunho de justiça.  – Como você se situa diante dessa profecia? - Como tem sido a sua maneira de agir quando defende os seus próprios interesses? – Você tem adulterado alguma “balança”, diminuindo ou aumentando pesos’? – Até que ponto você valoriza as coisas materiais? – Você se acha uma pessoa justa?

Salmo 118 – “O homem não vive somente de pão, mas de toda palavra da boca de Deus”
O salmo é um cântico que deveria estar sempre em nossos lábios: “O homem não vive somente de pão, mas de toda palavra da boca de Deus”! Se entendêssemos isso, com certeza a nossa vida teria mais sentido, pois somente quem nos criou pode tomar decisões justas a nosso respeito. A sugestão que vem da boca de Deus é o princípio da nossa felicidade, pois nela está a trilha da verdade. Não deveríamos buscar outra coisa que não fosse seguir os preceitos do Senhor.

Evangelho – Mateus 9, 9-13 – “na mesa, com Jesus”

A maioria das pessoas que seguem o caminho de Deus, erradamente pressupõem que os grandes pecadores, isto é, os que cometem barbaridades não têm mais chances com Deus por causa das suas grandes transgressões. Enganamo-nos quando predizemos que somente os cumpridores de todos os mandamentos têm primazia no reino dos céus. Jesus Cristo, neste Evangelho vem nos dizer justamente o contrário: “eu não vim chamar os justos, mas os pecadores”.  Ele compara o pecador a alguém que está doente e, por isso, precisa de médico para ser curado. Jesus Cristo é o médico enviado pelo Pai para nos devolver a saúde, partindo do princípio de que todos nós precisamos de médico, pois somos doentes pelo pecado. Jesus nos chama e nos atrai para si, mesmo que estejamos “sentados na coletoria de impostos” com a mente cheia de interesses pecaminosos e com mil planos para colocar em ação. É aí que Ele nos vê e se apieda do nosso coração doente chamando-nos com autoridade: “Segue-me”! Jesus veio atrair para Si os mais pecadores e, quanto mais reconhecemos o nosso pecado, mais Ele olha para nós e insiste em que O acompanhemos. E quando escutamos a Sua voz nos chamando pelo nome não conseguimos mais ficar parados no mesmo posto, fazendo as mesmas coisas e nos alimentando de migalhas. Como Mateus, nós também nos levantamos e O seguimos, querendo, principalmente, leva-Lo para perto daqueles de quem mais amamos. Em qualquer lugar ou situação em que nos encontremos Jesus nos faz o convite para segui-Lo, no entanto, Ele deseja ser convidado para entrar na nossa casa e levar para lá a salvação, não importando como esteja a nossa família. O seguimento de Jesus nos motiva a negar tudo o que o mundo nos ensinou e a assumir compromisso com uma vida digna de filhos e filhas de Deus. - Você já atendeu ao chamado de Jesus?  - Você se reconhece doente, necessitado (a) de médico? – Jesus veio para você? – Qual é a sua postura diante daqueles que são “pecadores públicos”?  - Você acha que eles também têm direito a salvação?   – Você sente-se também julgado (a) por alguém quando erra?  



O paralítico e os seus amigos-Helena Serpa

30/06/16 – 5ª. Feira - XIII semana do tempo comum – Amós 7, 10-17 -  “chamados a profetizar”
Vimos nesta leitura como acontece o chamado de Deus para que alguém seja profeta. Sem ser profeta nem filho de profeta, mas pastor de gado, Amós foi chamado por Deus para profetizar, e em Seu nome denunciar as injustiças sociais, quando ele exercia o ofício de pastor de gado. Obediente, Amós, não duvidou da sua inspiração e começou a abrir os olhos do povo de Israel contra o rei pelas suas abominações. Com o intuito de agradar ao rei Jeroboão os sacerdotes do templo se voltaram contra Amós determinando que se retirasse de Betel, pois “ali ficava o santuário do rei e a corte do reino”. Fiel ao chamado do Senhor Amós não recuou e continuou firme no seu propósito, predizendo todo mal que aconteceria ao rei e a sua família, conforme lhe fora dito. Somos chamados a ser profetas em qualquer profissão ou em qualquer estado de vida que estejamos. Somos convocados a falar a verdade segundo o coração de Deus mesmo que isso cause transtorno para alguém. Nós também muitas vezes resistimos quando alguém, em nome de Deus, vem nos alertar, exortar ou mesmo anunciar algo que nos poderá ocorrer em consequência dos nossos atos. Não queremos escuta-lo e desejamos vê-lo longe de nós. Temos medo da verdade e receamos encarar as situações difíceis, pois desejamos escutar de Deus somente as notícias boas que nos favorecem. Afastamo-nos dos mensageiros que nos alertam quando estamos errados, e estamos sempre fugindo do sofrimento. Não entendemos que o objetivo de Deus é a nossa conversão e mudança de atitudes. Por outro lado, quando somos nós que temos a obrigação de denunciar algo em nome de Deus ou evangelizar anunciando Jesus e o Seu reino, também nos omitimos, pois não queremos nos expor e não temos segurança no que dizemos. No entanto, o Senhor nos chama a colaborar com a Sua obra, mesmo que não nos sintamos aptos nem tenhamos, naturalmente, nenhum atributo que nos garanta ter sucesso.  Na maioria das vezes também nós só evangelizamos onde somos mais bem aceitos e acolhidos, mas no “santuário do rei e na corte do reino” nós nos omitimos, isto é, diante de pessoas “importantes” não ousamos abrir a boca para falar de Deus. Todavia, é justamente nesses lugares que as pessoas mais precisam enxergar as injustiças a fim de que possam tomar decisões de mudança.  Para profetizar, porém, nós precisamos primeiramente ouvir o que o Senhor quer falar. – Você tem medo de enfrentar a Palavra do Senhor quando Ela é dura? – Você é capaz de acolher uma exortação que alguém lhe faz quando erra? – Você acredita que Deus fala por meio dos profetas de hoje? – Você tem escutado as recomendações de Deus? – Você tem coragem de falar de Deus no “santuário do rei e na corte do reino”?

Salmo 18 – “ Os julgamentos do Senhor são corretos e justos igualmente”
Quando temos intimidade com o Senhor e através da oração nós O escutamos, então podemos falar em Seu Nome sem temor e com convicção. Quem já teve experiência com Deus sabe que a Sua lei é perfeita e Seus preceitos dão alegria ao coração. Os Seus mandamentos são como luz que ilumina os nossos passos e a Sua palavra é doce como mel, porque nos consola e traz com ela a Sua misericórdia. Por isso, entendemos que os julgamentos do Senhor são corretos e justos. 

Evangelho – Mateus 9, 1-8 – “o paralítico e os seus amigos”
O pecado é quem nos paralisa e nos faz enfermos. Quando curou aquele paralítico perdoando-lhe os pecados, Jesus tinha consciência disso. Ele sabia que a Sua Missão aqui no mundo era nos libertar do pecado e de toda obra do inimigo, concedendo a vida eterna não somente para depois da nossa morte, mas desde já, enquanto estamos no nosso corpo. Ele veio curar a nossa paralisia, a nossa indisposição para enfrentar as dificuldades da nossa vida que é uma decorrência do pecado que nos escraviza.     Na verdade, Jesus já nos libertou do pecado para que possamos viver uma vida harmoniosa com o Pai, conosco mesmo e com aqueles que são da nossa convivência. Por isso, somente Jesus ainda é hoje, Aquele que tem poder para nos curar, salvar e libertar de todas as nossas iniquidades. Ele hoje também conta com cada um de nós para levar até Ele os que, paralisados pelo pecado, estão acomodados na sua vidinha vazia, por isso, se tornaram desiludidos e sem esperança.  Entretanto Jesus nos cura para que possamos tomar decisões e cumprir com os compromissos os quais precisam ser assumidos. Neste Evangelho, Jesus depois de perdoar os pecados e de curar o paralítico recomendou: “Levanta-te, pega a tua cama e vai para a tua casa”. Por que para casa? Porque é na nossa casa, na nossa família que temos de experimentar primeiro a vida nova que Jesus veio nos dar. Dentro de casa é que começa a obra de Salvação que o Senhor preparou para nós. É lá que fazemos o primeiro teste nos nossos relacionamentos. É lá que começamos a viver o reino dos céus aqui na terra, quando aprendemos a perdoar, a compreender, a partilhar, a dialogar e, principalmente, a exercitar a oração em comum e regar a nossa fé. A nossa fé também será como uma maca que servirá de meio de transporte para os que precisam ser curados por Jesus. – Quem é você hoje: o paralítico ou o amigo do paralítico? - Qual é a sua paralisia? – Ela é consequência de algum pecado de estimação, de algum vício, de algum mau hábito. –  Você tem apresentado a Jesus alguém que precisa de cura? – Como são os seus relacionamentos em casa?


Jesus Cristo veio à terra para nos salvar e nos libertar do Mau!-Helena Serpa



29/06/2016 - 4ª. Feira – XIII semana do tempo comum -  Amós 5, 14-15.21-24 – “que a justiça seja abundante”
Através do profeta Amós, sabemos que, apesar de sermos pecadores, o Senhor   nos ensina a escolher o caminho que nos levará à vida: o caminho do bem.  Não serão as nossas celebrações festivas, o nosso cantar animado nos momentos de louvores que nos darão entrada na vida plena, mas a nossa conduta que é consequência de um coração reto e temente a Deus. Precisamos estar muito atentos quanto às nossas atitudes, e o testemunho que estamos dando no mundo. O nosso comportamento, as nossas atitudes e o nosso proceder coerentes são o resultado do bem que buscamos. O bem não habita no meio de um ambiente em que o mal predomina. Odiar o mal e amar o bem é o modo de vida que o Senhor nos aponta para que possamos buscar a justiça. As nossas ações de bondade e de amor poderão se tornar preces de intercessão pelo restante do mundo e contribuir para que este seja um mundo mais justo. Uma alma que se eleva, faz com que o mundo melhore e também seja elevado. Assim sendo, precisamos perseguir insistentemente a vontade de Deus, não apenas com os nossos sacrifícios e os nossos louvores exteriores. O mal ou o bem são uma consequência do que cultivamos dentro de nós mesmos (as), portanto, busquemos a fonte do Amor de Deus que mora em nós e poderemos viver a bondade do Senhor aqui mesmo na terra dos viventes. - Como tem sido o seu proceder no mundo? – Nos ambientes em que você tem frequentado predomina o bem ou o mal? – Você acha que Deus está também nos “ambientes de pecado”? – De que o seu coração o (a) acusa? – Quando você canta louvando o Senhor você tem certeza de que O está agradando? – Você percebe que o bem e o mal moram dentro de você? – A qual deles você tem alimentado? 

Salmo 49 – “A todos os que procedem retamente eu mostrarei a salvação que vem de Deus
O salmo nos orienta: não é o nosso sacrifício, nem o que ofertamos de material que agrada ao Senhor, mas um procedimento santo que leve ao mundo o testemunho do amor de Deus. O Senhor é poderoso no amor, mas é justo nos Seus julgamentos. Por isso, não nos enganemos querendo tapar o sol com a peneira oferecendo a Ele “coisas” que não nos elevam o espírito. Deus é Pai e tudo o que realiza tem como objeto do Seu amor o homem e a mulher criados à sua imagem e semelhança.

Evangelho – Mateus 8, 28-34 -  “Jesus Cristo veio à terra para nos salvar e nos libertar do Mau! ”
O inimigo de Deus nos persegue e o seu maior desejo é fazer com que nós, os Seus filhos, rejeitemos o nosso Criador. No entanto, Jesus Cristo veio à terra para nos salvar e nos libertar do Mau que é o demônio com toda a sua carga prepotente e violenta.  Os espíritos maus ainda hoje nos atormentam fazendo com que sejamos pessoas iradas, rebeldes, idólatras, materialistas, impacientes, murmuradoras, intolerantes, medrosas, arrogantes e, às vezes, tão violentas que podemos ser comparados (as) com verdadeiras “feras”. Jesus, porém, nos liberta do Mau para que possamos retornar ao caminho do bem e retomar a nossa dignidade de filhos e filhas de Deus. De acordo com o Evangelho nós vemos que para salvar os dois homens Jesus expulsou deles o demônio e o mandou para a manada de porcos a qual “atirou-se monte abaixo para dentro do mar, afogando-se nas águas”. Os homens, às vezes, até inadvertidamente deixam-se apossar pelas obras do maligno, porém, nós que temos ciência de que Jesus já o derrotou quando venceu a morte que é a consequência do pecado, não podemos temer as suas investidas.  Ele sabe que já foi vencido por Jesus, mas mesmo assim continua explorando o ser humano. Se tivermos consciência de que Jesus já venceu a morte e que já nos deu a vida eterna, não cairemos nas malhas dos inimigos.   O povo daquela cidade não entendia que Jesus queria dar dignidade ao homem, porque estava preso aos seus interesses: os porcos lhe rendiam dinheiro. Às vezes, também, a libertação nos trará consequências de perdas, de despojamento por isso, não queremos sacrificar os bens que possuímos em troca da salvação da nossa alma. Preferimos a prisão, a violência, para podermos ter uma vida mais próspera. - Você é uma pessoa fácil de ser influenciada e atraída para as coisas mundanas? -Você será capaz de abdicar de alguma coisa ou de alguém muito importante, para se ver livre do pecado que o (a) prende?