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sexta-feira, 21 de abril de 2017

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23 DE ABRIL-DOMINGO

“COMO O PAI ME ENVIOU TAMBÉM EU VOS ENVIO.” – Olivia Coutinho.

PAZ, PAZ QUE VEM DO AMOR! – Maria de Lourdes Cury Macedo.

Oito dias depois, Jesus entrou-Reflexão do falecido Padre Queiroz

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REFLEXÕES RECENTES E FUTURAS

17 DE ABRIL-SEGUNDA
·                     -Jesus voltou a viver-José Salviano

18 DE ABRIL-TERÇA
·                     Levaram o meu Senhor...Dehonianos
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19 DE ABRIL-QUARTA




20 DE ABRIL-QUINTA





21 DE ABRIL-SEXTA

“LANÇAI A REDE À DIREITA DA BARCA...” – Olivia Coutinho



22 DE ABRIL-SÁBADO

--Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho-José Salviano.


Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura-Rosa Camila.

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23 DE ABRIL-DOMINGO

“COMO O PAI ME ENVIOU TAMBÉM EU VOS ENVIO.” – Olivia Coutinho.

PAZ, PAZ QUE VEM DO AMOR! – Maria de Lourdes Cury Macedo.

Oito dias depois, Jesus entrou-Reflexão do falecido Padre Queiroz



24 DE ABRIL-SEGUNDA

 

Quem vive na carne nunca conseguirá nascer do alto-Helena Serpa

Nascer da água e do Espírito-Reflexão do falecido Pe. Antônio Queiroz CSsR


25  de ABRIL-TERÇA


26 de ABRIL-QUARTA

A vida é como uma composição musical-Alexandre Soledade



27 de ABRIL-QUINTA

28 de ABRIL-SEXTA

29 de ABRIL-SÁBADO

30 de ABRIL-DOMINGO


01 DE MAIO-SEGUNDA

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TERÇA

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SÁBADO
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PAZ, PAZ QUE VEM DO AMOR! – Maria de Lourdes Cury Macedo.

Domingo, 23 de abril de 2017.
Evangelho de São João 20, 19-31

A notícia do sepulcro vazio e a calúnia de que o corpo havia sido roubado pelos discípulos de Jesus já deviam estar circulando por Jerusalém. Por isso os discípulos estavam com medo e se escondiam “as portas fechadas”. Estão com medo de serem perseguidos por serem discípulos de Jesus. Os trágicos acontecimentos estão muito presentes nos seus corações. Seus corações também estão fechados para entenderem a ressurreição de Jesus. Quando a porta do coração se fecha fica muito difícil de alguém passar. Mas Jesus entra, mesmo com as portas fechadas e ele conhecia a entrada secreta do coração de cada um. Jesus se coloca no meio deles, o que significa de agora em diante Jesus será o centro de suas vidas e de suas pregações. Agora a missão do Mestre passa para os seus discípulos, a missão de abrir as portas de corações fechados, isto é, perdoar pecados e ligar e desligar as coisas entre o céu e a terra.
Quando Jesus se coloca no meio deles, deseja-lhes a paz. Era a saudação usada entre os judeus. Jesus usa as mesmas palavras que dissera antes de morrer: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou” (Jo 14, 27). O primeiro fruto da morte redentora do Senhor foi trazer a paz aos corações angustiados. Jesus transmite a grande mensagem pascal. O Senhor é o Deus da Paz, é o Rei pacífico. A paz do Senhor é superior a toda alegria e felicidade terrena. Sua paz satisfaz plenamente o coração do homem porque o aproxima do modelo supremo que é Deus. E a Palavra de Cristo, por ser Palavra de Deus, faz sempre o que diz e produz a paz mesmo entre as maiores aflições e dores.
Jesus deseja-lhes a paz e os envia em missão, assim como o Pai o enviou. Soprou sobre eles, comunicando-lhes a graça invisível dos dons do Espírito Santo. Soprou, é símbolo com o qual se comunica a vida que Deus concede. Deus lhes comunica seu poder e sua virtude para uma finalidade concreta: perdoar os pecados, promover a vida.
Acontece que naquele dia não estavam todos presentes. Faltava Tomé. Quando os outros contaram que Jesus havia estado com eles, Tomé não acreditou e quis provas para poder acreditar. Quantas vezes nós também exigimos de Deus provas concretas para acreditar. Quando agimos assim demonstramos pouca fé. É o que diz Jesus a Tomé quando volta a se mostrar para os discípulos, oito dias depois. Entra, coloca-se no meio deles, deseja-lhes a paz e se dirige a Tomé pedindo que coloque o dedo nas suas chagas e não seja mais incrédulo, mas tenha fé. Tomé, então professa sua fé, reconhecendo Jesus ressuscitado, “Meu Senhor e meu Deus”. E Jesus disse: “Tomé, você acreditou porque me viu; felizes aqueles que acreditaram sem ter visto!”
Esse é o apelo para nós hoje que não vimos Jesus em pessoa, mas acreditamos que Ele vive e faz muitos sinais em nosso meio, mesmo que não percebemos. Somente os contemporâneos de Jesus puderam vê-Lo. Mas todas as pessoas de todos os tempos terão a mesma felicidade dos Apóstolos, pois existem os escritos inspirados e o ensino da Igreja que dão conhecimento da vida e das obras de Jesus. E pelo dom da fé todos poderão acreditar que Ele é o Messias Salvador, filho de Deus. Não o vimos pessoalmente, mas podemos tê-Lo no nosso coração por meio da fé. Só podemos dizer que cremos se colocarmos em prática aquilo que cremos.
Quem acredita vive como Jesus ensinou, formando comunidade de fé, de união, de verdadeira partilha. Uns ajudando os outros a caminhar na fé, no amor, na partilha da Palavra, dos dons e dos bens materiais. Quem acredita na ressurreição é perseverante, quer cada vez mais aprender a Palavra de Deus e comunicá-la aos irmãos, vive em comunidade, vive uma vida de comunhão fraterna, é generoso, partilha o pão, reza junto, respeita e teme a Deus, e acima de tudo é sinal de ressurreição para os irmãos. Abraça a fé, celebra junto, faz memória de Jesus por meio da santa Ceia, da Eucaristia. Quem age assim é sinal e inspiração para outros fazer o mesmo.
A ressurreição de Cristo nos faz pessoas novas, renascidas para a graça, para o amor de Deus. Amar e viver no amor são os melhores testemunhos da ressurreição, faz com que o nosso coração se encha da paz de Jesus, a paz verdadeira. A paz do Ressuscitado nos liberta, para construirmos um mundo reconciliado de amor, justiça e fraternidade.
Que o Espírito de Cristo ressuscitado nos ilumine e nos fortaleça, para anunciarmos o seu perdão, a sua misericórdia nos desafios da nossa missão no nosso dia-a-dia.
Abraços em Cristo!!!

Maria de Lourdes

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Eis-me aqui-Alexandre Soledade

 27 de abril - Quinta - Evangelho - Jo 3,31-36


Bom dia!
Fechando assim todo esse pensamento que iniciou na segunda-feira sobre as conseqüências do nosso livre arbítrio na comunidade chegamos a diversas reflexões:
Fechar-se somente no grupo ou na sua pastoral precisa ser revisto. A identidade cristã esta também em buscar quem se perdeu ou se afastou. Não posso ficar a esperar que nos procurem;
A salvação não esta condicionada a aquela ou esta pastoral ou movimento da igreja. Ela esta condicionada ao entendimento do que é mais importante para Deus e no seu projeto salvítico;
Todo trabalho pastoral precisa de pessoas empolgadas e bem resolvidas. As comunidades precisam de operários e de lideranças que formem novas lideranças. Irmãos que ainda não olham a seu redor, ainda não têm maturidade para liderar, pois convém que Cristo cresça e que eu desapareça;
Nossa preguiça e nossa irresponsabilidade social nos privam de assumir o chamado individual que Deus nos faz de sermos semeadores da mensagem a toda criatura.
E o evangelho de hoje? Como ele finaliza esse pensamento?
Preciso notar que Jesus usa o que tem em mãos, os que estão ao seu redor. Em meio às dúvidas e questionamentos de Felipe, Jesus torna o pouco de um pequeno garoto em muito para atender a muitos.
Esperamos de Deus que surjam em nossas comunidades músicos habilidosos para assumir as missas e grupos, deixamos assim de ver o pouco mais fiel que cresce e vive em nosso redor. Jesus não mandou ninguém comprar nada, pois ali mesmo tinha alguém que podia ajudar com que possuía. Reclamamos (e como reclamamos) da falta de pessoas para proclamarem as leituras nas missas, que são sempre as mesmas, e blá, blá, blá, (…), mas não vamos atrás da pastoral da catequese, da crisma, onde existem muitos que esperam uma pequena oportunidade…
Jesus promove pequenas habilidades e singelos dons em grandes ministérios de serviço. Deus chama, mas por vezes não damos a devida oportunidade e crédito aos escolhidos.
“(…) O Senhor chamou Samuel, o qual respondeu: Eis-me aqui. Samuel correu para junto de Heli e disse: Eis-me aqui: chamaste-me. Não te chamei, meu filho, torna a deitar-te. Ele foi e deitou-se. O Senhor chamou de novo Samuel. Este levantou-se e veio dizer a Heli: Eis-me aqui, tu me chamaste. Eu não te chamei, meu filho, torna a deitar-te. Samuel ainda não conhecia o Senhor; a palavra do Senhor não lhe tinha sido ainda manifestada. Pela terceira vez o Senhor chamou Samuel, que se levantou e foi ter com Heli: Eis-me aqui, tu me chamaste. Compreendeu então Heli que era o Senhor quem chamava o menino. Vai e torna a deitar-te, disse-lhe ele, e se ouvires que te chamam de novo, responde: Falai, Senhor; vosso servo escuta! Voltou Samuel e deitou-se. Veio o Senhor pôs-se junto dele e chamou-o como das outras vezes: Samuel! Samuel! Falai, respondeu o menino; vosso servo escuta”. (I Samuel 3, 4-10)
E quanto a nós? Aonde entra o nosso livre arbítrio, nossa vontade? Esta muitas vezes agarrado ao orgulho.
Se é mentira, por que não chamamos as pessoas? Por que não convidamos? Por que nos fechamos, fazemos “panelinhas” em nossos grupos e pastorais? Por que não convencemos como antes? Por que segregamos?
O começo pode ser difícil, mas por que não arriscar? Por que não mudar? Escolhemos demais com os nossos critérios. As pessoas têm necessidades de Deus que nosso orgulho não nos deixa ver e uma dessas necessidades é a de servir, ser útil. O serviço pastoral precisa de gente empolgada e Deus não cansa de trazê-los para Ele e nós afugentá-los.
Por fim deixo a reflexão proposta pela CNBB
“(…) O capítulo sexto do evangelho de São João é reservado para o discurso sobre o sacramento da Eucaristia, e Jesus, no uso da sua pedagogia, prepara os judeus para esse discurso através da multiplicação dos pães. A prática pedagógica de Jesus deve ser o grande iluminativo PARA A NOSSA PRÁTICA MISSIONÁRIA, PASTORAL E EVANGELIZADORA. NÓS DEVEMOS ANUNCIAR O EVANGELHO A PARTIR DA REALIDADE DAS PESSOAS, DE SUAS EXPERIÊNCIAS DE VIDA, DOS SEUS VALORES E DAS SUAS EXPECTATIVAS. Antes de anunciar a palavra de deus, precisamos criar a necessidade dela no coração das pessoas como Jesus, que a partir da necessidade do pão, cria a necessidade do pão da vida eterna”.
Um imenso abraço fraterno





A vida é como uma composição musical-Alexandre Soledade

26 de abril Quarta - Evangelho - Jo 3,16-21



Bom dia!
Nada mais cabível para quem caminha para pentecostes – Ser novo!
Ser novo ou nascer de novo é se empenhar em atitudes e gestos novos; é buscar um coração renovado; é traçar metas e tempos para abandonar os hábitos antigos; é parar de só falar e fazer; parar de prometer e escrever o que pretende fazer; é antes de tudo rezar para que tudo caminhe sob a batuta de Deus.
A vida é como uma composição musical: Fazemos a letra, mas é a vida que toca! Escrevemos cada linha, cada frase, cada verso, mas depois de pronta, somos reflexos do que escrevemos ou fazemos. Quem põe o ritmo é a motivação do Espírito Santo dentro de cada um de nós. Um Espírito nono é inquieto. (…) O vento sopra onde quer, e ouve-se o barulho que ele faz, mas não se sabe de onde ele vem, nem para onde vai. A mesma coisa acontece com todos os que nascem do Espírito
Uma nova melodia só poderá surgir de uma nova letra,  de um novo verso, (…). Trocar algumas notas muda apenas a forma de se cantar, mas não altera em nada a letra da canção. Para mudar é preciso reescrever a letra que a vida cantará.
“(…) Ninguém põe um remendo de pano novo numa veste velha, porque arrancaria uma parte da veste e o rasgão ficaria pior. Não se coloca tampouco vinho novo em odres velhos; do contrário, os odres se rompem, o vinho se derrama e os odres se perdem. Coloca-se, porém, o vinho novo em odres novos, e assim tanto um como outro se conservam“. (Mateus 9, 16-17)
Talvez os grandes erros que cometemos serão versos que não conseguiremos apagar da nossa mente, mas também NÃO DEVERÃO SER O REFRÃO DA NOSSA MÚSICA.
Como mecanismo de defesa temos mania de relembrar o refrão (erros) dos outros. O entanto, repetir toda hora o refrão é hábito de quem só olha os defeitos dos outros, dos invejosos, dos medíocres… Todos têm coisas boas a serem exploradas na letra de sua canção, mas não conseguem crescer sufocadas pelos refrões.
Lembrei de uma história que ouvi o padre Fábio de Melo contar no seu programa direção espiritual. Contava ele que uma tribo africana que conheceu compõe uma canção para cada pessoa que nasce. Cada um tem sua própria canção. Nos momentos marcantes da vida dessa pessoa essa música é cantada por seus parentes e amigos. Mas o que me chamou atenção foi o fato relatado que quando alguém se desvia na conduta TODA a tribo se reúne, colocando-a no centro de uma grande roda, onde cantam a canção da pessoa para que ele recorde quem é e também a alegria do seu nascimento, tentando trazê-lo de volta a realidade, resignificando o seu passado.
Ser novo também carece que deixemos que os outros também tenham a oportunidade de mudar a letra da sua canção a qualquer momento. Como cristãos devemos fazer o possível para que isso aconteça, ou seja, criar situações favoráveis e agradáveis para que isso ocorra. Dar oportunidade ao novo, trazer pessoas novas, convidar novos integrantes, chamar pessoas a dividir a responsabilidade…
Ser novo é ser querigmático, é encantar, é promover… Ser velho é ter apego a um lugar, uma postura, a um cargo. Ser novo é não ter medo de sentar novamente no banco e receber as graças, é avançar, é sonhar…
“(…) Sentimos a urgência de desenvolver em nossas comunidades um processo de iniciação na vida cristã que comece pelo kerygma que guiado pela Palavra de Deus, que conduza a um encontro pessoal, cada vez maior, com Jesus Cristo, perfeito Deus e perfeito homem, experimentado como plenitude da humanidade e que leve à conversão, ao seguimento em uma comunidade eclesial e a um amadurecimento de fé na prática dos sacramentos, do serviço e da missão”. (Documento de Aparecida §289)
Para sermos por completos novos devemos cooperar para que outros também sejam. Somos uma tribo que não canta a canção dos outros. Vamos mudar esse paradigma.
Um imenso abraço fraterno


É fácil buscar culpados-Alexandre Soledade

25 de abril - Terça -Evangelho - Mc 16,15-20



Bom dia!
Hoje a igreja celebra o dia de são Marcos, evangelista discípulo de Pedro.
A narrativa de hoje convida a todos a uma profunda reflexão sobre nosso ser missionário, uma missão embutida no DNA cristão de todo batizado (a) que vive sua igreja. Para começar essa reflexão, revisemos um trecho do documento de aparecida:
“(…) O caminho de formação do seguidor de Jesus lança suas raízes na natureza dinâmica da pessoa e no convite pessoal de Jesus Cristo, que chama os seus por seu nome e estes o seguem porque conhecem a sua voz. O Senhor despertava as aspirações profundas de seus discípulos e os atraía a si, maravilhados. O seguimento é fruto de uma fascinação que responde ao desejo de realização humana, ao desejo de vida plena. O discípulo é alguém apaixonado por Cristo a quem reconhece como o mestre que o conduz e o acompanha“.
O que havia nos primeiros cristãos, que mesmo perseguidos desbravavam o mundo e que hoje falta e não motiva novas missões e novos missionários? O batismo é diferente? O que encantou esse Marcos que virou são Marcos?
É fácil buscar culpados como a falta de acesso a comunidade igreja, dizer que os padres envelheceram e que perderam aos poucos o carisma dinâmico cristão, que nossos projetos não têm apoio, pelas rusgas internas por preferências por essa ou aquela pastoral ou movimento (…), fatos que não deixam de ser verdade, mas não são motivos para que elas não estejam acontecendo. O fato é que as pessoas não estão buscando…
Após a quaresma e semana santa somos convidados a propor um gesto concreto de vida, conversão e missão aos nossos dias. Ser cristão, comungar e não evangelizar faz pouco sentido.
Pedro narra o que viu e ouviu pelas linhas de Marcos. Poderia ser decisão desse discípulo a contemplação, ou seja, em ouvir as narrações encantadas e cheias de sentimento de seu mestre sobre tudo que Jesus fez e operou, mas decide registrar. Esse projeto ou proposta, por mais que seja simples, permite que hoje conheçamos Jesus pelos olhos daquele que foi tão próximo de Jesus.
Uma missão não pode ser vista apenas como o ato de deixar seu lar e desbravar o mundo, um gesto grandioso ou de dimensões macro. Uma missão pode iniciar com um pequeno propósito de ser exemplo para outros. Catequizamos mais com os gestos concretos do que com as palavras, em especial aqueles que nesse mundo perambulam.
Assumir uma missão faz-nos entender que nossas falhas, pequenos deslizes nada são se nossa fé e vontade de servir ainda nos conseguem mover a ver o irmão que esta ao nosso lado, que de fato tem problemas e que poderiam ser atenuados se eu, você, nós não fossemos tão medrosos e egoístas.
Somos convidados a desbravar um mundo onde o inimigo de Deus ruge em busca dos frágeis, que enfrentam turbulências e sugestionáveis.
“(…) Sede sóbrios e vigilantes. O vosso adversário, o diabo, rodeia como um leão a rugir, procurando a quem devorar. Resisti-lhe, firmes na fé, certos de que iguais sofrimentos atingem também os vossos irmãos pelo mundo afora. Depois de terdes sofrido um pouco, o Deus de toda a graça, que vos chamou para a sua glória eterna, em Cristo, vos restabelecerá e vos tornará firmes, fortes e seguros. A ele pertence o poder, pelos séculos dos séculos. Amém”. (1Pd 5, 8-11)
Um Imenso abraço fraterno!