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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

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·         18 DE FEVEREIRO-DOMINGO

COMEÇO DE UMA CAMINHADA – Maria de Lourdes Cury Macedo.

FIEIS A CRISTO VENCEREMOS TODAS AS TENTAÇÕES!- Olivia Coutinho


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REFLEXÕES RECENTES E FUTURAS


12 DE FEVEREIRO-SEGUNDA

“E VÓS AINDA NÃO COMPREENDEIS”?- Olivia Coutinho



13 DE FEVEREIRO-TERÇA

14 DE FEVEREIRO-QUARTA

“E O TEU PAI QUE VÊ O QUE ESTÁ OCULTO TE DARÁ A RECOMPENSA”- Olívia Coutinho.



15 DE FEVEREIRO-QUINTA

Quem perder sua vida por causa de mim, esse a salvará-Padre Antonio Queiroz


"SE ALGUÉM QUER ME SEGUIR, RENUNCIE A SI MESMO TOME A SUA CRUZ DE CADA DIA E SIGA-ME"... Olivia Coutinho.



16 DE FEVEREIRO-SEXTA

-Os discípulos não jejuavam como os fariseus-José Salviano

“Alegria de estar com Jesus!” - Claudinei M. Oliveira.

Dias virão em que o noivo lhes será tirado-Pe. Queiroz


17 DE FEVEREIRO-SÁBADO

Oportunidade de conversão e de vida nova-Helena Serpa

“Médico somente para os doentes!” - Claudinei M. Oliveira.

Eu não vim chamar os justos-Pe Queiroz (in memeriam)


18 DE FEVEREIRO-DOMINGO

Os Anjos de Deus também estão à nossa disposição-Helena Serpa


19 DE FEVEREIRO-SEGUNDA

Os que mais servem são aqueles que mais precisam-Jailson Ferreira


20 DE FEVEREIRO-TERÇA

21 DE FEVEREIRO-QUARTA

Os judeus pediam um sinal a Jesus-Padre Antonio Queiroz (In Memorian)


22 DE FEVEREIRO-QUINTA

23 DE FEVEREIRO-SEXTA

-A nossa justiça tem de ser maior que a dos fariseus-José Salviano


24 DE FEVEREIRO-SÁBADO

25 DE FEVEREIRO-DOMINGO
26 DE FEVEREIRO-SEGUNDA
27 DE FEVEREIRO-TERÇA

28 DE FEVEREIRO-QUARTA

Festa dos Santos Inocentes, mártires-Padre Bantu Mendonça


29 DE FEVEREIRO-QUINTA

30 DE FEVEREIRO-SEXTA
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COMEÇO DE UMA CAMINHADA – Maria de Lourdes Cury Macedo.


Domingo, 18 de fevereiro de 2018.
Evangelho de Mc 1, 12-15.
        
Com a quarta–feira de cinzas iniciamos nossa caminhada de Quaresma, que se caracteriza como um tempo de preparação para a grande festa da Páscoa do Senhor e nossa. São quarenta dias vividos numa caminhada espiritual buscando em comunidade nos assemelharmos ao Cristo obediente.
É necessário fazer da Quaresma um tempo de avaliação da nossa vida, quais são as nossas opções, qual o nosso relacionamento com Deus, comigo, com o próximo e com a natureza, buscando se conhecer melhor para mudar de vida, se corrigindo, isto é, buscando a conversão.  Quaresma é tempo forte de escuta da Palavra, para por meio dela, conhecer os desejos de Deus e praticar sua vontade. Tempo de jejuar daquilo que nos atrapalha ser melhor e praticar com amor a Caridade (esmola). Ser mais solidário, fraterno, paciente, generoso, aumentar a compaixão e a misericórdia com o próximo.
No Evangelho de hoje vemos que Jesus depois de ser batizado por João Batista, pleno do Espírito Santo, foi para o deserto ter sua quaresma, se preparar para iniciar sua missão, seu ministério, sua vida pública.
Lá no deserto Jesus foi tentado pelo demônio. Jesus estava fisicamente fraco, mas seu espírito estava fortalecido, pois passou esse tempo em intimidade com o Pai. Estava muito próximo do Pai. Jesus não cedeu às tentações do demônio, não se dobrou, não se deixou contaminar com suas propostas enganadoras.
As tentações de Jesus são como um resumo de todas as que nos podem assaltar: o Ter, o Poder, o Prazer. Submeteu-se a elas para nos advertir de que nunca estaremos livres das propostas para o mal. Como Jesus, devemos repeli-las energicamente. O mal sempre está nos rodeando e quando temos bons propósitos de mudanças, quando nos propomos a realizar boas obras, ou fazer sacrifícios, aí que ele vem com força para nos desviar dos bons desejos.
Para vencermos as tentações podemos nos recorrer às práticas quaresmais, elas não nos isentam das tentações, mas nos fortalecem espiritualmente. O Senhor misericordioso não permite que sejamos tentados acima de nossas forças. A tentação vem para despertar-nos para a nossa realidade de ser humano: fracos, débeis, inconstantes, inclinados ao mal e nos desperta para a humildade.
Depois da prisão de João Batista, Jesus foi para a Galileia iniciar seu ministério, dizendo: “Completou-se o tempo, e o reino de Deus chegou! Convertam-se e creiam na Boa-Nova!” Jesus queria dizer que chegou o tempo marcado por Deus para a realização de seu reino. Chegou o tempo da Redenção, tempo no qual era necessário que o gênero humano sentisse, experimentasse a misericórdia e o amor de Deus na pessoa de Jesus.
O reino de Deus, de que Jesus fala, é o reino que ele mesmo fundou e inaugurou sobre a terra e que terá sua consumação no Céu, isto é, a Igreja. Todos os batizados pertencem a esse reino, mas, sobretudo àqueles que colocam a mensagem de Jesus no coração e vivem a lei do amor.
Jesus veio anunciar sua Boa Nova ou Evangelho a todos, aos inimigos, aos ingratos, aos ignorantes, o fim da vingança, o perdão dos pecados, o reino da Justiça, os meios para se tornarem santos, a redenção, a graça de adoção de filhos de Deus, a herança do Céu, a honra de se tornarem irmãos do filho de Deus. Jesus veio fazer a Nova e Eterna Aliança com o homem.
O reino de Deus vai se realizando à medida que nós o aceitamos, dando uma resposta adulta e livre à mensagem de Jesus e assumimos as responsabilidades que nossa fé nos traz.
Contemos com a graça de Deus, para vencermos as tentações e melhorarmos cada vez mais em busca da santidade, ela nunca nos faltará se a pedirmos com humildade. Portanto, nesse primeiro domingo da quaresma a liturgia nos chama mais uma vez para voltarmos para dentro de nós, analisarmos como estamos vivendo e arrepender-nos dos nossos pecados e assumirmos um compromisso de mudança para que cheguemos à Páscoa com o coração limpo, puro, convertido.

Abraços em Cristo!
Maria de Lourdes
        
        


FIEIS A CRISTO VENCEREMOS TODAS AS TENTAÇÕES!- Olivia Coutinho

 
1º DOMINGO DA QUARESMA
 
Dia 18 de Fevereiro de 2018
 
Evangelho de Mc1,12-15

Estamos no início da Quaresma, um tempo forte na vida da Igreja e de todos os que se dispõem a caminhar com o Cristo vencedor.
Neste tempo propício a um recolhimento interior, somos chamados a ouvir a voz do Senhor, que nos fala a todo instante, mas nem sempre, ouvimos a sua voz, por estarmos dando ouvidos as vozes do mundo.
A liturgia deste tempo, tem como propósito, despertar em nós, o desejo de mudança, de reaver os valores do evangelho, que às vezes vamos deixando de lado, por estarmos voltados para os “valores” do mundo
Nas palavras de Jesus, que iremos meditar neste tempo reflexivo, haverá  sempre um apelo de conversão, e todos nós sabemos que não é fácil percorrer este caminho, sozinhos nos damos conta, pois mudança, é sempre um grande desafio, requer coragem, determinação,  renuncias, e acima de tudo, o constante exercício do perdão.
A penitência, o jejum e a oração, são os três exercícios que constituem o tripé da nossa  vivencia quaresmal.
O pecado interrompe o nosso relacionamento com Deus, mas a porta do seu coração de Pai misericordioso, nunca fecha, ela está sempre aberta para nos receber de volta, basta querermos voltar!
Aproveitemos, pois, este tempo em que a graça e a misericórdia transbordam do coração do Pai, para voltarmos ao seu convívio!
O evangelho que a liturgia deste primeiro Domingo da Quaresma nos convida a refletir, apresenta-nos  Jesus no deserto, sendo   tentado a desistir da sua missão, a trocar o projeto de Deus por bens materiais, mas a sua resposta é taxativa: “Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus”. Mt4,4.
Jesus foi tentado a aceitar e a confiar no poder do demônio, mas Ele respondeu com firmeza: “...Não tentarás o Senhor teu Deus.” 
O Filho de Deus venceu o inimigo por estar fortalecido no Espírito do Pai, Ele se manteve firme no propósito de levar em frente a sua missão: libertar a humanidade da escravidão do pecado. 
Assim como aconteceu com Jesus, acontece também conosco, a tentação do TER e do PODER, está sempre a nos rondar, precisamos estar sempre atentos, vigilantes,  para não sermos pegos de surpresa, pois a tentação é oportunista, ela surge inesperadamente, principalmente quando nos propomos a mudar de vida, ou quando estamos enfraquecidos na fé.  
Para nos seduzir, o mal chega até a nós, disfarçado do bem, por isto, precisamos estar sempre atentos para não tornarmos presas fácies do inimigo, deixando-nos enganar pelas aparências. 
Ninguém está livre das tentações, elas estão por toda parte, principalmente onde existe o bem, para vencê-la, é importante estarmos sempre em sintonia com Deus, perseverantes na fé, munidos de uma arma poderosíssima, que é a oração!
Ser tentado, não significa pecar, pecar é cair na tentação. E todos nós, já passamos pela a experiência de ser tentado, o próprio Jesus viveu esta experiência, é a nossa ligação com Ele, que nos torna resistentes as tentações, que não nos deixa cair nas ciladas preparadas pelo o inimigo.
Que o Espírito Santo de Deus, que fortaleceu Jesus nas tentações, nos fortaleça também, e que nenhuma proposta do mundo, nos convença a trocar o SER, pelo o TER!
Na oração do Pai Nosso Jesus nos ensina a pedir ao Pai: “...não nos deixeis cair em tentação”... Peçamos a Ele todos os dias esta graça!
 
FIQUE NA PAZ DE JESUS! – Olívia Coutinho
 


PARA OUVIR O ÁUDIO DESTA REFLEXÃO, ACESSE  O LINK:   https://www.spreaker.com/user/radiolibertador1/programa-refletindo-o-evangelho-1-domngo

Os judeus pediam um sinal a Jesus-Padre Antonio Queiroz (In Memorian)


QUARTA – DIA 21 - Evangelho Lc 11,29-32


  
Os judeus pediam um sinal a Jesus, uma prova de que ele é mesmo o enviado de Deus. Jesus responde que não lhes será dado outro sinal, a não ser o sinal de Jonas.

Jonas, como sabemos, foi atirado no mar, em seguida uma baleia o engoliu e três dias depois o vomitou vivo na praia (Cf Jn 1,15.2,1-11).

Jesus se refere ao seu sepultamento, em que ficou também três dias debaixo da terra e depois ressuscitou vivo. Esta foi uma grande prova da sua divindade. Mas foi também uma prova da radicalização do pecado dos judeus: Mataram o Filho de Deus.

De fato, não tinha cabimento pedir sinal a Jesus, pois fazia milagres todos os dias. Só quem era cego não via.

Acontece que a nossa fé é proporcional à nossa obediência a Deus. Quem não segue os mandamentos, fica como que cego e não vê as passagens de Deus pela sua vida. Por isso acaba se desviando da fé verdadeira.

A nossa desobediência a Deus começa com pequenas falhas. Se não nos convertemos, elas vão aumentando aos poucos. De repente nós caímos num pecado grande, e levamos um susto. Esse susto é convite de Deus, sinal do amor dele a nós. Muitos tomam um copo de cerveja para esquecer o susto e continua a vida. Esses vão acabar fazendo pecados ainda maiores, como os judeus do tempo de Jesus, que o mataram.

“Quem acolhe e observa os meus mandamentos, esse me ama. Ora, quem me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele” (Jo 14,21). Por outro lado, quem não obedece os mandamentos, acaba escondendo-se de Deus, como aconteceu com Adão e Eva.

“Assim como o corpo sem o espírito é morto, assim também a fé, sem a prática, é morta” (Tg 2,26).

No Evangelho, Jesus lembra também o exemplo bonito da Rainha de Sabá: Ao ficar sabendo da sabedoria de Salomão, veio de tão longe para ouvi-lo (Cf 1Rs 10,1-10). E Jesus, muito maior que Salomão, estava ali no meio daqueles chefes e eles não o ouviam.

Jesus chamou os judeus do seu tempo de geração má, quer dizer, uma geração que pratica obras más. As obras más endurecem o nosso coração para o amor a Deus e ao próximo e o fecham para a fé verdadeira. Quem pratica obras más torna-se presa fácil de seitas.

Nós buscamos instintivamente a coerência entre as várias dimensões da nossa pessoa. Se a nossa vida prática não segue o que acreditamos, passamos a acreditar naquilo que combina com a nossa vida prática.

“Josué disse ao povo: Não podeis servir ao Senhor, pois ele é um Deus santo, um Deus ciumento, que não suportará vossas transgressões e pecados” (Js 24,19).

Logo que Jesus morreu, o centurião disse: “Este era verdadeiramente Filho de Deus!” (Mt 27,54). Que nós não cheguemos a esse ponto, de só “acordar” depois que cometemos um pecado horrível. Para isso, precisamos ser menos críticos e mais dóceis diante da Palavra de Deus. Que o bom Deus tire o nosso coração de pedra e coloque no lugar um coração de carne, mais sensível aos sinais que ele nos manda.

Certa vez um rapaz procurou o padre, querendo resolver umas dúvidas de fé. O padre levou-o para a sala de atendimento, os dois se sentaram e o padre foi logo perguntando: “Quanto tempo faz que você não se confessa?” O rapaz respondeu: “Não é isso, padre, o meu problema são dúvidas de fé!” “Sim, respondeu o padre, mas eu gostaria que você antes se confessasse. Depois a gente conversa sobre a fé”. Depois de muita conversa, o padre, com sua bondade, conseguiu convencer o jovem a se confessar. Foi uma confissão longa e o jovem até se emocionou. Terminada, o padre lhe disse: “Agora vamos conversar sobre a fé. Pode apresentar as suas dúvidas. “Não tenho mais dúvidas, respondeu o moço. Muito obrigado, senhor padre!” E deu-lhe um abraço.



É sempre assim. A vida de pecado interfere na nossa fé. Existe uma relação: Vida de pecado = Dúvidas de fé. Prática das virtudes = Aumento de fé.